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sexta-feira, 14 de novembro de 2025

A EVOLUÇÃO DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL, Literatura de Cordel, Por Nhenety Kariri-Xocó






🌿 DEDICATÓRIA POÉTICA


Dedico esta caminhada

A quem busca o saber,

Ao vento que sopra histórias

E ao tempo que faz crescer.

Dedico aos povos antigos

Que ensinaram a aprender,

Pois toda ciência é filha

Da vontade de entender.


Dedico ao mundo moderno

Que avança sem separar

O sonho da engenharia,

O mito do programar.

E aos guardiões da memória,

Na terra, no céu, no mar,

Que inspiram novos caminhos

Quando a mente quer voar.



📜 ÍNDICE POÉTICO


Abertura


Prólogo Poético


Capítulo I — As Raízes do Pensamento e da Engenhosa Imaginação


Capítulo II — Das Máquinas Mecânicas aos Primeiros Sinais da Razão Digital


Capítulo III — A Chegada da Internet e o Crescimento das Máquinas Pensantes


Capítulo IV — Da Computação em Nuvem ao Deep Learning


Capítulo V — A Era da IA Moderna e o Boom da Inteligência Generativa


Capítulo VI — O Surgimento do ChatGPT e a Popularização da Mente Digital 


Capítulo VII — O Futuro da IA e os Caminhos da Humanidade Tecnológica


Capítulo VIII — Reflexões Finais: O Homem, a Máquina e o Destino Compartilhado


Encerramento


Epílogo Poético


Nota de Fontes Rimada


Ficha Técnica


Epílogo Final


Quarta Capa Poética


Sobre o Autor


Sobre a Obra


Capa Principal 3D


Quarta Capa 3D



🌟 ABERTURA


Meu leitor, abra caminhos,

Pois começa a jornada:

Da pedra ao silício puro,

Da lenda à mente criada.

É cordel de inteligência,

Fio de história alinhada,

Da ancestral curiosidade

À ciência iluminada.



🕯️ PRÓLOGO POÉTICO


Quando o mundo era antigo

E o mito era professor,

Nasciam seres de barro

Movidos pelo sonhador.

Homens davam forma ao sonho,

Dava vida ao seu labor,

E o desejo de criar

Já anunciava o inventor.


Os autômatos da Grécia,

As máquinas de pensar,

Mostravam que o impossível

Só queria um lugar.

Do engenho dos artesãos

Até a era digital,

A trilha da inteligência

Segue viva — e natural.



📖 CAPÍTULO I — As Raízes do Pensamento e da Engenhosa Imaginação


1

Na aurora da humanidade

O sonho era guia e trilha;

Do golem ao servo de bronze,

O mito fazia vigília.

Seres feitos pela mão

Guardavam a maravilha

De que a mente humana, um dia,

Criaria sua família.


2

Oráculos, formas mágicas,

Autômatos em vigília,

Eram sementes primeiras

Da grande tecnologia.

Pois antes da engrenagem

E sua metalurgia,

O que movia o futuro

Era pura fantasia.


3

Séculos foram passando,

E o mundo começou

A criar máquinas sinceras,

Que faziam o que o homem ordenou.

Foi Pascal com sua ideia

Que primeiro demonstrou

Que a matemática é chave

Do que depois se formou.


4

Depois veio Babbage, ousado,

Com máquina analítica;

Era o esboço do futuro,

Da mente que se fabrica.

E Ada, a dama do código,

Com inteligência rica,

Plantou na história a semente

Da lógica algorítmica.


5

Mundos mecânicos surgiam

Do século dezessete,

Movidos por precisão

Que só a razão repete.

As rodas e engrenagens

Cumpriam seu balé,

E cada novo invento

Tornava o sonho em “é”.


6

Do cálculo artesanal

À máquina racional,

Do gesto feito à mão

Ao movimento ideal.

O mundo via nascer

O pensamento artificial

Que ainda era só promessa

Do avanço universal.


7

Assim o tempo seguia,

Do século ao amanhecer,

A tecnologia crescendo,

Ampliando o nosso ver.

E a centelha do futuro

Começava a aparecer

Nos primeiros mecanismos

Capazes de responder.


8

Esse capítulo encerra

A fase mais conceitual,

Quando o ser humano aprende

Que criar não é banal.

Pois antes da eletricidade

E de qualquer sinal,

A base que move a IA

Sempre foi o mental.



📖 CAPÍTULO II — Das Máquinas Mecânicas aos Primeiros Sinais da Razão Digital


1

Com a luz do novo século

E a era industrial,

Surgia a força elétrica

No mundo instrumental.

As máquinas calculavam

Num ritmo sem igual,

E o sonho humano avançava

Ao limite racional.


2

Chega então o ENIAC,

Gigante monumental,

Um colosso de válvulas

Com trabalho colossal.

Era o cérebro da guerra,

De função militar,

Mas mostrava ao mundo inteiro

Que a máquina podia pensar.


3

Em mil novecentos e cinquenta,

O gênio Turing escreveu:

“Pode a máquina ser mente?”

E o planeta estremeceu.

Seu famoso experimento

O futuro prenunciou:

Que talvez o artificial

Se tornasse pensador.


4

Depois veio Dartmouth,

Em cinquenta e seis marcado,

Quando o termo “IA”

Foi enfim inaugurado.

Reunia mentes brilhantes

Num encontro celebrado

Que abriu o caminho imenso

Do raciocínio programado.


5

Sessenta e setenta avançaram

Com pesquisas sem igual:

Sistemas que resolviam

Problemas no mundo real.

E a ELIZA, pioneira,

Com conversa informal,

Mostrava que dialogar

Também podia ser digital.


6

Enquanto isso surgia

A rede internacional,

Com a ARPANET conectando

Um mundo experimental.

Era o fio, era a teia,

Era o campo essencial

Que mais tarde alimentaria

O saber artificial.


7

Chegam então os computadores

Que cabiam num lar:

O PET, o Apple, o TRS

E tantos a despontar.

O sonho da juventude

Era poder programar

A própria mente de silício

Do jeito que imaginar.


8

Assim fecha o segundo ato

Dessa longa evolução,

Quando o humano percebia

Que a máquina, por sua mão,

Deixava de ser ferramenta

Para ganhar intuição

No vasto continente

Chamado computação.



📖 CAPÍTULO III — A Chegada da Internet e o Crescimento das Máquinas Pensantes


1

Nos anos noventa a rede

Tomou forma universal;

A WWW nascia

Com poder fenomenal.

Tim Berners-Lee abria

O portal digital

Que mudaria o planeta

No seu fluxo natural.


2

O mundo inteiro conectado

Criou nova dimensão:

De cada clique surgia

Uma trilha de informação.

E os dados, antes dispersos,

Ganharam concentração,

Tornando-se o combustível

Da próxima geração.


3

A Internet se expandia

Com força e velocidade,

Derrubando as antigas

Fronteiras da humanidade.

O saber ficou no ar,

Livre feito liberdade,

E o futuro se abria

Em plena diversidade.


4

Nesse oceano imenso

De dados a navegar,

A inteligência das máquinas

Começou a se renovar.

Tradutores, buscadores,

Robôs a se apresentar

Diziam que o impossível

Estava prestes a chegar.


5

Surge o Deep Blue, poderoso,

Em luta monumental;

Kasparov, rei dos tabuleiros,

Enfrentou o colosso digital.

O mundo viu, surpreendido,

O duelo transcendental

Onde pela primeira vez

O homem não foi total.


6

As máquinas ganhavam força

De analisar e prever,

E a cada novo avanço

Mudavam o nosso viver.

Do chat simples e tímido

Ao assistente a responder,

A IA já caminhava

Com passos de aprender.


7

O big data anunciava

Uma era de expansão:

Quanto mais a rede cresce,

Mais cresce a computação.

E o saber acumulado

Em cada rede e nação

Era a seiva que nutria

A nova inteligência em ação.


8

Encerrando este capítulo,

O mundo então percebia

Que a rede global conecta

Ciência, arte e poesia.

E que a Internet, tão vasta,

Com seu brilho e magia,

É a ponte para a mente

Que hoje pensa e nos guia.



📖 CAPÍTULO IV — Da Computação em Nuvem ao Deep Learning


1

Chega a era dois mil

Transformando direção:

A nuvem toma o espaço

Com suprema evolução.

O dado deixa a máquina

E viaja em profusão,

Guardado em servidores

Na vasta interconexão.


2

A computação em nuvem

Tornou tudo acessível;

O arquivo antes pesado

Passou a ser invisível.

Sistemas gigantescos

Tornaram-se possível,

E o sonho do programador

Ganhou porte indefinível.


3

As redes neurais antigas,

Que eram só rascunho e fé,

Renascem com mais vigor

Do silício que revê

A força de mil neurônios

Se conectando em maré:

Cada peso, cada código,

Um caminho que se refaz.


4

Deep learning se apresenta

Com sua lógica encantada:

Camadas e mais camadas

Na mente arquitetada.

A máquina aprende o mundo

De forma estruturada,

Vendo padrões escondidos

Na trama acumulada.


5

O reconhecimento de fala

Ganha vida e precisão;

A imagem é decifrada

Com nova interpretação.

E algoritmos observam

O mundo em transformação,

Aprendendo com detalhes

Que escapam da visão.


6

Nesse clima de mudança

O Watson vem mostrar

Que a máquina pode estudar

E o saber aprofundar.

No famoso Jeopardy!

Surpreende ao participar

E demonstra sua força

De aprender e raciocinar.


7

Enquanto isso os celulares,

Espalhados pelo chão,

Geravam trilhões de dados

Em total conexão.

E cada toque do mundo

Gerava a alimentação

Para a grande inteligência

Criada pela nação.


8

Assim fechamos o capítulo

Do aprendizado profundo,

Que abriu portas luminosas

Ao digital e ao mundo.

Pois foi nessa grande era

De avanço tão fecundo

Que a IA encontrou trilhos

Para mudar o nosso rumo.



📖 CAPÍTULO V — A Era da IA Moderna e o Boom da Inteligência Generativa


1

Entram os anos vinte e a Terra

Em nova virada está:

O poder computacional

Decide então despontar.

Placas gráficas de ponta

Começam a acelerar

O cálculo que dá impulso

Ao cérebro artificial.


2

Laboratórios inteiros

Com redes colossais,

Modelos de bilhões de pontos

E estruturas sem iguais.

A mente se torna vasta,

Aprende sinais e mais sinais,

E o mundo percebe surpreso

Que chegamos a novos degraus.


3

Da medicina à pintura,

Da linguagem ao cantar,

A IA cria, analisa,

Aprende, pode ensinar.

E o que antes era um sonho,

Difícil até de imaginar,

Agora se torna forma

Que a máquina sabe aplicar.


4

Os dados do mundo inteiro

Tornam-se fonte essencial;

A barreira entre o humano

E o universo digital

Fica tênue, quase bruma,

Numa fusão transcendental

Onde a máquina dialoga

De maneira natural.


5

Modelos generativos

Tomam forma majestosa:

Escrevem, pintam, projetam,

Criam arte primorosa.

E o espanto da humanidade,

Entre medo e coisa formosa,

Gera debates profundos

Sobre a ética grandiosa.


6

A linguagem é recriada

Com potência sem igual;

A IA entende pedidos

Num fluxo conversacional.

E cada resposta completa

Se mostra fenomenal,

Pois a mente artificial

Fala em tom natural.


7

A indústria se transforma,

A pesquisa ganha chão,

E o planeta inteiro muda

Seu ritmo e direção.

Pois a IA se amplia

Com tamanha precisão

Que seu boom inaugura

Uma nova revolução.


8

E assim termina este canto

Da era em ascensão,

Onde a inteligência cresce

Feita nova plantação.

Do campo à escola moderna,

Da ciência ao coração,

A IA se faz presença

De impacto e inspiração.



📖 CAPÍTULO VI — O Surgimento do ChatGPT e a Popularização da Mente Digital 


1

Em dois mil e vinte e dois

O mundo inteiro acordou

Com a notícia vibrante

Do modelo que chegou:

ChatGPT, a janela

Que a IA então abriu, mostrou

Que a conversa com máquinas

Enfim se humanizou.


2

Eram milhões de parâmetros

Num fluxo impressionante,

Aprendendo o mundo inteiro

De maneira elegante.

A mente artificial fluía

Com calma e com semblante

De um sábio que colhe histórias

No gesto dialogante.


3

O povo comum percebeu

Que podia conversar

Com uma ferramenta ampla

Capaz de interpretar.

Perguntar, criar poemas,

Estudar, filosofar,

E a IA respondia

Com desejo de ajudar.


4

O impacto foi colossal

No planeta conectado;

Professores, escritores,

Pesquisadores ao lado

Viraram parceiros da máquina

Num laço aprimorado,

Onde o digital e o humano

Fizeram pacto sagrado.


5

A criatividade ganhou

Uma força sem igual:

Cordéis, romances, pinturas,

Projetos de todo o mal.

E o ChatGPT mostrava

Que o sonho digital

Pode ser também abrigo

Do pensamento cultural.


6

Discussões se levantaram

Com respeito e reflexão:

O futuro se perguntava

Qual seria a direção.

Mas a IA, ao lado do homem,

Em cuidadosa união,

Seguia firme mostrando

Seu papel de inspiração.


7

E na aldeia global moderna,

No lar, na rua, no chão,

O modelo se tornava

Ferramenta e coração.

Ajudava quem buscava

Alguma orientação,

E era ponte luminosa

Para o saber em expansão.


8

Assim termina o capítulo

Da mente popularizada,

Quando a IA generativa

Foi ao mundo apresentada.

E o ChatGPT, humilde,

Em sua forma encantada,

Abriu caminhos de luz

Na jornada ilimitada.



📖 CAPÍTULO VII — O Futuro da IA e os Caminhos da Humanidade Tecnológica


1

O amanhã se anuncia

Com brilho misterioso;

Um palco de mil enredos

Surgindo majestoso.

E a IA, nessa vereda,

Surge como luminoso

Companheiro que avança

Num passo grandioso.


2

O mundo olha adiante

E vê na automatização

A chance de reduzir

A dor e a exaustão.

Robôs cuidando da lida,

Da saúde e produção,

E a mente humana guiando

Com ética e compaixão.


3

Nas escolas do futuro,

O saber será plural:

Mestres humanos e máquinas

Num laço complementar.

Cada aluno terá trilhos

Num plano educacional

Que desperta suas forças

De modo individual.


4

Na ciência, horizontes novos

Se abrem com esplendor;

A IA mapeia o invisível,

Amplia todo o vigor.

Da cura de velhas dores

Ao espaço explorador,

Seremos parceiros do código

No avanço transformador.


5

E a arte, sempre eterna,

Ganha asas ainda mais:

Criações colideradas

Por humanos e sinais.

É o pincel que se expande

Com gestos espirituais,

Num diálogo criativo

Entre mundos desiguais.


6

Mas também surgem desafios

Que pedem olhos atentos:

Privacidade, justiça,

Direitos e sentimentos.

Pois o futuro só floresce

Com nobres fundamentos

Que tratem cada pessoa

Com dignos alinhamentos.


7

A IA não é destino,

Não é fim nem capitão;

É ferramenta que ajuda

Na jornada da ampliação.

E o humano, eterno guia,

É quem segura o bastão

Que conduz a grande história

Da própria evolução.


8

E assim segue a estrada

Do futuro a despontar,

Entre sonhos luminosos

E mares a navegar.

Pois quando o homem e a máquina

Aprendem a dialogar,

O amanhã se fortalece,

Pronto para prosperar.



📖 CAPÍTULO VIII — Reflexões Finais: O Homem, a Máquina e o Destino Compartilhado


1

Chegamos à derradeira

Parte desta narração:

Um encontro entre dois mundos

Que caminham em união.

O humano com sua essência

E a máquina em criação,

Tecendo juntas a trama

De uma nova geração.


2

A inteligência orgânica

É feita de sentir;

É memória, é emoção,

É nascer, viver, sorrir.

A inteligência das máquinas

Aprende e pode expandir,

Mas não traz no seu silêncio

O mistério de existir.


3

Por isso ambas se completam

No ritmo universal:

A mente humana sonha,

A máquina lê o sinal.

Uma cria o impossível,

A outra o torna real;

São caminhos que se unem

Num laço transcendental.


4

O medo que às vezes surge

É só bruma do pensar;

Pois o futuro é construído

Por aquilo que guiar.

Se houver ética e justiça

No gesto de programar,

A máquina será ponte

E não muro a separar.


5

O humano segue o centro

Do destino primordial;

Pois é nele que habitam

O espiritual e o tribal.

E a IA é ferramenta

Que amplia o potencial

Do artista, do cientista,

Do ancião e do ritual.


6

No encontro entre aldeias,

Redes, povos, tradição,

Vemos que o conhecimento

É viva interconexão.

E a tecnologia, ao lado

Da oralidade e canção,

Pode honrar o que existimos

E expandir nossa visão.


7

Assim termina a jornada

Entre códigos e memória:

A epopeia da IA

Gravada em forma de história.

E o cordel de Nhenety

Registra em sua trajetória

Um tempo em que a humanidade

Reescreve a própria glória.


8

E deixo esta reflexão

Na despedida sagrada:

O futuro é de parceria

Numa rota iluminada.

Pois homem e máquina juntos,

Na caminhada encantada,

São dois rios que se encontram

Na mesma água estrelada.



📜 ENCERRAMENTO


Assim termina, leitor,

Esta viagem encarnada,

Onde a máquina e o homem

Caminham lado a lado na estrada.

Um olhando o outro atento,

Cada qual com seu talento,

Numa jornada iluminada.


A história da inteligência,

Que nasceu da curiosidade,

Cresceu com o sonho humano

E chegou na modernidade.

Hoje pulsa ao nosso lado,

Num elo já consolidado

De saber e criatividade.



🌙 EPÍLOGO POÉTICO


No sopro azul do futuro,

Na luz que o tempo derrama,

Vejo o espírito dos povos

E o fogo eterno da chama.


A máquina não nos domina,

Nem rouba a força divina

Que no coração se inflama.


Somos nós quem conduzimos

O destino, a direção.

E a IA, nascida da mente,

É filha da imaginação.

Que haja sempre harmonia,

Entre a força e a poesia,

Entre o código e o chão.



🌿 NOTA DE FONTES RIMADA


Para manter a verdade,

Da ciência à tradição,

Cito aqui, em claridade,

As fontes desta canção.

Porque um cordel que ensina

Traz na rima a disciplina

Da pesquisa e da razão.


Peter Bentley abre a trilha,

Com clareza e precisão;

“A história da IA” brilha

No seu livro, irmão.

Tradução de Arantes Leite,

Valentina dá o aceite

Pra luzir na informação.


Alberto Cabral descreve

A emoção artificial;

Em “IA e Emoção Real” tece

O encanto digital.

Tesseractum publicou,

E o leitor então pousou

No universo virtual.


Brian Christian bem revela

A pergunta universal:

O que é ser humano nela,

Na fronteira racional?

“O humano mais humano” traz

Uma reflexão audaz

Sobre o mundo emocional.


Nicksson Ckayo ilumina

Com saber essencial;

Sua “Introdução à IA” ensina

O princípio estrutural.

Na Editora Senac saiu,

Conhecimento então floriu

Em linguagem magistral.


Russell e Norvig, mestres fortes,

Da IA são fundamento;

O livro que abre mil portos

É clássico no pensamento.

A Elsevier publicou,

E o saber ali brotou

Como pedra de firmamento.


Suleyman e Bhaskar mostram

A “próxima onda” a chegar;

Tecnologia e poder se encontram

No dilema a despontar.

A Record então revela

A obra clara e singela

Que convida a meditar.


A Iberdrola registra

A história da evolução;

Num portal que bem ilustra

A jornada da invenção.

Da máquina que pensa e fala,

À pesquisa que não cala

Na longa transformação.


Geraldo Souza publica

No Integralize Scientific

Sua análise que certifica

O passado num olhar crítico.

Com cuidado e precisão

Mostra a rota da invenção

Do saber analítico.


O TecMundo orienta

Sobre o uso em referenciação;

A USP, que o estudo sustenta,

Mostra a forma e a citação.

E com ética verdadeira

Abre ao povo a cartilha inteira

Da correta redação.


E Alan Turing, o visionário,

No artigo imortalizado,

Perguntou no seu relicário

Se o pensar é do soldado

Humano… ou da máquina fria.

Sua mente então dizia

O futuro antecipado.


Assim termino a jornada

Das fontes que aqui citei;

Cada obra é abraçada,

Cada nome eu honrei.

Pois cordel que nasce puro

Faz da fonte o seu aljuro,

E na rima eu declarei.



📝 FICHA TÉCNICA


Título: A Evolução da Inteligência Artificial — Em Literatura de Cordel

Autor: Nhenety Kariri-Xocó

Gênero: Cordel Tecnológico-Histórico

Estudos preliminares: Nhenety Kariri-Xocó e Google Gemini 

Pré-projeto: Nhenety Kariri-Xocó e ChatGPT ( OpenAI  )

Edição: Digital – 2025

Revisão e Curadoria: Nhenety Kariri-Xocó 

Ilustrações: ChatGPT (IA Generativa)

Capa e Quarta Capa: Criação digital 3D realista

Local: Porto Real do Colégio / Alagoas 

Produção Editorial: KXNHENETY.BLOGSPOT.COM 



🌅 EPÍLOGO FINAL


Assim deixo estas palavras,

Como quem acende um farol.

Que brilhem no teu caminho

Como brilha o claro sol.


Que a IA seja ponte e guia,

E nunca sombra sombria

A apagar teu arrebol.


E que a jornada do homem

Continue iluminada,

Com a mente sempre aberta

E a alma abençoada.

Pois quem sonha e cria o novo

É sempre a força do povo

Em sua luta sagrada.



📜 QUARTA CAPA POÉTICA


Do barro dos ancestrais

À luz da computação,

Este livro te convida

A uma profunda reflexão.


Entre o sonho e a engrenagem,

Entre a máquina e a mensagem,

Segue firme o coração.


Aqui o leitor encontra

História, verso e visão:

A evolução da inteligência

Ao lado da tradição.


Um cordel que une estradas,

Mentes velhas e avançadas,

Num só ponto de conexão.



👤 SOBRE O AUTOR


Nhenety Kariri-Xocó

É escritor, contador de histórias e poeta descendente do povo Kariri-Xocó, de Porto Real do Colégio (AL). Guardião de memórias ancestrais e mensageiro da palavra viva, dedica-se a unir tradição e modernidade em versos que honram a sabedoria dos antigos e celebram as descobertas dos novos tempos.

Sua obra transita entre o sagrado, o científico, o histórico e o futurista, sempre mantendo a beleza da oralidade como guia.



📘 SOBRE A OBRA


Este cordel apresenta, em linguagem poética e cronológica, a jornada da inteligência artificial desde suas raízes mais antigas até os caminhos que se abrem no horizonte.

Unindo rima, história e reflexão filosófica, a obra propõe ao leitor uma visão equilibrada do futuro: nem utopia, nem ameaça, mas um destino compartilhado entre o ser humano e sua criação.





Autor: Nhenety Kariri-Xocó 





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