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segunda-feira, 4 de maio de 2026

POVOS, NATUREZA E IDENTIDADE CULTURAL XL, COLETÂNEA DE ARTIGOS DO ACERVO VIRTUAL BIBLIOGRÁFICO NHENETY KARIRI-XOCÓ, VOLUME 40







FALSA FOLHA DE ROSTO

POVOS, NATUREZA E IDENTIDADE CULTURAL XL
Coletânea de Artigos do Acervo Virtual Bibliográfico
Nhenety Kariri-Xocó
Volume 40



FOLHA DE ROSTO

Nhenety Kariri-Xocó
POVOS, NATUREZA E IDENTIDADE CULTURAL XL
Coletânea de Artigos do Acervo Virtual Bibliográfico
Volume 40
Brasil
2026



VERSO DA FOLHA DE ROSTO

Direitos reservados ao autor.
Permitida a reprodução parcial desta obra para fins acadêmicos, desde que citada a fonte.



FICHA CATALOGRÁFICA

Kariri-Xocó, Nhenety.
Povos, natureza e identidade cultural XL: coletânea de artigos do acervo virtual bibliográfico – volume 40 / Nhenety Kariri-Xocó. – Brasil, 2026.
Inclui referências bibliográficas.
Povos indígenas.
Ecologia.
Cultura brasileira.
História animal.
CDD: 980

ISBN (SIMBÓLICO)

ISBN: 978-65-0000-0040-0



PREFÁCIO OFICIAL DA COLEÇÃO


Esta obra integra o Acervo Virtual Bibliográfico Nhenety Kariri-Xocó, iniciativa dedicada à preservação, produção e difusão do conhecimento construído a partir das vivências culturais do povo Kariri-Xocó.

Fundamentado na memória, na ancestralidade e na experiência histórica, o Acervo orienta-se pela compreensão de que o saber se constrói por meio de encontros, trocas e transformações culturais ao longo do tempo.

Os elementos culturais, científicos e literários oriundos de diferentes povos e autores são respeitados em suas origens, sendo compreendidos como influências legítimas no processo de formação do conhecimento, sem reivindicação de autoria sobre tais contribuições.

Ao mesmo tempo, reconhece-se a existência de uma produção autoral própria, resultante da interpretação singular da realidade vivida.

Dessa forma, a presente obra se insere em uma continuidade cultural dinâmica, na qual tradição e criação se articulam, preservando identidades e projetando novos horizontes.




DEDICATÓRIA

Dedico esta obra aos povos originários das Américas, guardiões da memória ancestral, e às forças da natureza que sustentam a vida em todas as suas formas.



AGRADECIMENTOS

Agradeço às tradições orais que mantêm viva a história dos povos, às fontes bibliográficas que sustentam o conhecimento acadêmico e às inspirações vindas da natureza, que orientam o pensamento e a escrita.




EPÍGRAFE

“A natureza não é um lugar a ser visitado. É o lar.”
— Provérbio indígena




RESUMO

Esta obra reúne três estudos que abordam a relação entre povos, natureza e identidade cultural. O primeiro capítulo analisa o povo indígena Chocó Emberá, destacando sua história, cultura e resistência. O segundo capítulo trata dos ninhais de aves do Nordeste brasileiro, evidenciando sua importância ecológica e ambiental. O terceiro capítulo discute a influência do cão alentejano na formação do Fila Brasileiro e o surgimento do cão vila-lata como símbolo cultural. A obra propõe uma leitura interdisciplinar, articulando antropologia, ecologia e história.
Palavras-chave: povos indígenas; biodiversidade; cultura; história; identidade.




ABSTRACT

This work brings together three studies addressing the relationship between peoples, nature, and cultural identity. The first chapter examines the Chocó Emberá indigenous people, highlighting their history, culture, and resistance. The second chapter discusses bird nesting colonies in Northeastern Brazil, emphasizing their ecological importance. The third chapter analyzes the influence of the Alentejo dog on the formation of the Fila Brasileiro and the emergence of the mixed-breed dog as a cultural symbol. The work proposes an interdisciplinary perspective, connecting anthropology, ecology, and history.
Keywords: indigenous peoples; biodiversity; culture; history; identity.



APRESENTAÇÃO

A presente coletânea integra o acervo bibliográfico do autor e reúne reflexões sobre a interação entre seres humanos, natureza e processos históricos. Os textos foram organizados de forma a proporcionar uma leitura contínua e complementar, revelando diferentes dimensões da existência cultural e ecológica.




NOTA DO AUTOR

Os textos aqui reunidos foram originalmente publicados em ambiente digital e posteriormente revisados e adaptados para o formato acadêmico, respeitando critérios de organização científica e padronização bibliográfica.




MEMÓRIA DO AUTOR

Nhenety Kariri-Xocó, pertencente ao povo Kariri-Xocó, constrói sua trajetória como contador de histórias e pesquisador das culturas tradicionais. Sua produção intelectual busca preservar memórias, valorizar identidades e estabelecer pontes entre saberes ancestrais e conhecimento acadêmico.



SUMÁRIO

Falsa Folha de Rosto
Folha de Rosto
Verso da Folha de Rosto
Ficha Catalográfica
ISBN ( Simbólico)
Dedicatória
Agradecimentos
Epígrafe
Resumo
Abstract
Apresentação
Nota do Autor
Memória do Autor
Introdução Geral
Desenvolvimento dos Capítulos
Capítulo 1 - Chocó Emberá
Capítulo 2 - Ninhais de Aves do Nordeste Brasileiro
Capítulo 3 - O Cão Alentejano, sua Influência no Fila Brasileiro
Considerações Finais
Referências Bibliográficas Gerais Unificadas
Sobre o Autor



INTRODUÇÃO GERAL

A relação entre povos, natureza e identidade cultural constitui um dos pilares fundamentais para a compreensão da história humana. Ao longo do tempo, diferentes sociedades desenvolveram formas específicas de interação com o ambiente, construindo sistemas culturais que refletem tanto adaptação quanto resistência.
Esta obra propõe uma análise integrada desses elementos, abordando três eixos distintos: povos indígenas, ecossistemas naturais e processos históricos de formação cultural. Ao reunir esses temas, busca-se evidenciar que a diversidade cultural e biológica está profundamente interligada, sendo essencial para a continuidade da vida e da memória coletiva.




DESENVOLVIMENTO DOS CAPÍTULOS

CAPÍTULO 1


CHOCÓ EMBERÁ





Introdução

Os Emberá são um dos principais povos indígenas do grupo étnico-linguístico Chocó, tradicionalmente localizados em áreas de floresta tropical úmida do Panamá, Colômbia e Equador. Sua história milenar, marcada por processos de resistência e adaptação, ilustra a riqueza cultural e a complexidade social das sociedades indígenas do continente. Este artigo busca apresentar uma síntese sobre a trajetória histórica, as práticas culturais, a língua e a situação contemporânea dos Chocó Emberá, valorizando sua contribuição para a diversidade cultural latino-americana.

Desenvolvimento

Origem e História

Os Emberá pertencem ao tronco linguístico Chocó, sendo historicamente relacionados aos Wounaan e outros povos da região. Acredita-se que sua origem remonta há milhares de anos, com processos de ocupação e adaptação às áreas de floresta úmida da bacia do rio Atrato, no atual território colombiano, e das regiões próximas ao istmo do Panamá. Durante o período colonial, os Emberá resistiram à exploração espanhola, recuando para zonas mais isoladas das florestas tropicais e dos rios, onde mantiveram práticas culturais e sistemas sociais autônomos.

Distribuição Geográfica

Atualmente, os Chocó Emberá habitam principalmente três países:

Panamá: vivem sobretudo na província de Darién e na bacia hidrográfica do Canal do Panamá, ocupando territórios coletivos reconhecidos como "comarcas indígenas", como a Comarca Emberá-Wounaan e territórios na Comarca Kuna de Madungandí.

Colômbia: concentram-se no departamento de Chocó, mas também estão presentes nos departamentos de Antioquia, Valle del Cauca, Risaralda e Córdoba, vivendo em territórios indígenas coletivos, conhecidos como "resguardos".

Equador: encontram-se no noroeste do país, especialmente na província de Esmeraldas, em comunidades localizadas próximas aos rios, onde mantêm tradições culturais e modos de vida baseados na floresta tropical.

Cultura

A cultura Emberá é fortemente ligada ao ambiente florestal e aos rios, sendo a pesca, a caça e a agricultura de subsistência suas principais atividades econômicas. A organização social é baseada em comunidades autônomas, com forte ênfase na liderança tradicional, geralmente representada pelo "jaibaná", figura espiritual que exerce funções de curandeiro e líder religioso.

As expressões artísticas dos Emberá destacam-se pela rica produção de cestos, esculturas em madeira, colares de sementes e miçangas, além de tatuagens corporais temporárias realizadas com o uso do fruto do jenipapo. A música, a dança e os rituais religiosos são essenciais na vida comunitária, reforçando a coesão social e a transmissão intergeracional do conhecimento.

Língua

Os Emberá falam línguas pertencentes à família Chocó, com duas variantes principais: Emberá Norte e Emberá Sul, que se subdividem em diversos dialetos conforme a região. Apesar das pressões externas, a língua Emberá permanece viva e é ensinada às novas gerações, embora haja um crescente bilinguismo, especialmente com o espanhol, em razão das interações sociais, educacionais e econômicas.

Atualidade

Na atualidade, os Emberá enfrentam desafios relacionados à proteção de seus territórios, ameaçados por atividades de mineração, exploração madeireira e projetos de infraestrutura, especialmente no Chocó colombiano e na província de Darién no Panamá. Organizações Emberá atuam na defesa de seus direitos, lutando pelo reconhecimento legal de seus territórios e pela preservação de sua cultura.

Ao mesmo tempo, há experiências positivas de fortalecimento cultural, como programas de educação bilíngue, projetos de turismo comunitário e iniciativas de valorização das práticas tradicionais. No contexto nacional e internacional, os Emberá participam ativamente de fóruns indígenas e ambientais, reivindicando políticas públicas que respeitem sua autonomia e seus modos de vida.

Considerações Finais

Os Chocó Emberá são um exemplo de resistência e adaptação cultural no contexto das sociedades indígenas da América Latina. Sua presença histórica e atual no Panamá, Colômbia e Equador evidencia a complexidade das interações entre povos indígenas e estados nacionais. A preservação de sua cultura, língua e território é fundamental não apenas para a sobrevivência deste povo, mas também para a manutenção da diversidade cultural e biológica das regiões em que vivem.




Autor: Nhenety Kariri-Xocó 


CAPÍTULO 2


NINHAIS DE AVES DO NORDESTE BRASILEIRO





Introdução

Os ninhais, ou colônias de reprodução, são locais onde diversas aves se concentram para nidificação, formando agrupamentos que desempenham funções ecológicas fundamentais para a manutenção da biodiversidade. No Brasil, especialmente na região Nordeste, esses espaços se destacam em ecossistemas como manguezais, lagoas, açudes e ilhas fluviais. A presença de ninhais é um indicativo de equilíbrio ambiental e de abundância de recursos, representando não apenas um fenômeno biológico, mas também um patrimônio cultural e ambiental valorizado pelas comunidades locais.

Desenvolvimento Cronológico e Descritivo

Os registros históricos indicam que desde o período colonial os viajantes europeus já descreviam os ninhais de aves tropicais no Nordeste. Em áreas de manguezal, as concentrações de garças, socós e colhereiros eram observadas com frequência, compondo paisagens sonoras e visuais singulares.

No século XX, estudos ornitológicos reforçaram a importância dos ninhais nordestinos, destacando a dependência dessas aves de ambientes aquáticos preservados. Entre os principais ambientes destacam-se:

Manguezais: presentes em estados como Alagoas, Pernambuco, Ceará e Maranhão, abrigam colônias de garças (Ardea alba, Egretta thula), socós (Nycticorax nycticorax, Butorides striata) e colhereiros (Platalea ajaja).

Lagoas e açudes: comuns no semiárido, concentram biguás (Nannopterum brasilianus) e diversas espécies de garças.

Ilhas fluviais: em rios como o São Francisco, funcionam como refúgios para reprodução de aves aquáticas, incluindo o raro guará-vermelho (Eudocimus ruber), quando presente.

Os ninhais oferecem vantagens adaptativas às aves: proteção coletiva contra predadores, otimização na busca por alimento, maior sucesso reprodutivo e manutenção da diversidade genética. Entretanto, a expansão urbana, o desmatamento de matas ciliares e a degradação de manguezais ameaçam a continuidade desses habitats.

Atualmente, esforços de conservação vêm sendo realizados em Unidades de Conservação, como a Área de Proteção Ambiental (APA) Costa dos Corais, em Alagoas e Pernambuco, e a Reserva Extrativista do Batoque, no Ceará, onde comunidades e pesquisadores atuam na proteção de ninhais.

Conclusão

Os ninhais do Nordeste brasileiro representam espaços essenciais para a reprodução de aves aquáticas e terrestres, funcionando como verdadeiros refúgios da biodiversidade. Além de sua relevância ecológica, possuem valor cultural para comunidades tradicionais que os reconhecem como “criadouros da natureza”. A proteção desses locais depende da preservação dos ecossistemas associados, especialmente manguezais, lagoas e rios, exigindo políticas ambientais eficazes e a participação ativa das populações locais.





Autor: Nhenety Kariri-Xocó 




CAPÍTULO 3


O CÃO ALENTEJANO, SUA INFLUÊNCIA NO FILA BRASILEIRO E A FORMAÇÃO DO "CÃO VILA-LATA"





Introdução

A presença de cães na história do Brasil está profundamente ligada ao processo de colonização. Entre as raças trazidas pelos portugueses, destaca-se o Rafeiro do Alentejo, cão molosso usado para guarda de rebanhos e propriedades em Portugal. Sua introdução no Brasil no período colonial não apenas reforçou a segurança dos engenhos e fazendas, como também deixou descendência genética que contribuiu para a formação do Fila Brasileiro, uma das raças nacionais mais emblemáticas. Paralelamente, a miscigenação espontânea de cães importados deu origem ao popular “cão vila-lata”, símbolo da resistência e da mestiçagem no território brasileiro.

Linha do tempo histórica

Séculos XVI–XVII – Colonização e chegada dos cães ibéricos

Colonos portugueses trazem cães de grande porte da Península Ibérica, entre eles o Rafeiro do Alentejo.

Função: guarda de engenhos, fazendas e proteção contra invasores humanos e animais selvagens.

Adaptação: esses cães suportaram bem o clima e se espalharam pelo território colonial.

Século XVIII – Consolidação do cão alentejano no Brasil

O Rafeiro do Alentejo se torna um cão de guarda essencial em áreas rurais.

Surge o cruzamento com outros cães trazidos da Europa (mastins espanhóis, bloodhounds ingleses e cães de caça portugueses).

Esse processo inicia a formação de um “tipo brasileiro” de cão guardião.

Século XIX – Formação do Fila Brasileiro

Em fazendas de Minas Gerais e São Paulo, a miscigenação entre cães alentejanos, mastins e bloodhounds consolida o Fila Brasileiro.

O Fila é utilizado na guarda de propriedades, na caça de animais de grande porte e, de forma negativa, na captura de escravizados fugidos.

O cão alentejano é reconhecido como uma das matrizes genéticas mais importantes dessa raça nacional.

Século XIX–XX – O surgimento do “cão vila-lata”

Nos centros urbanos e vilas rurais, a miscigenação desordenada de cães sem controle gera os “cães de rua”, conhecidos como “vira-latas” ou “cães vila-lata”.

O termo “vira-lata” aparece pela observação desses cães revirando latas de lixo em busca de alimento.

Diferente do Fila Brasileiro, que teve padronização, o vira-lata representa a diversidade genética sem pedigree, mas com grande resistência e inteligência adaptativa.

Século XX – Reconhecimento cultural

O Fila Brasileiro ganha reconhecimento nacional e internacional como raça oficial, registrada pela Confederação Brasileira de Cinofilia e pela FCI.

O “cão vila-lata” se torna símbolo popular, exaltado na literatura, na música e até na política como representação da mestiçagem e da rusticidade do povo brasileiro.

Comparação entre Rafeiro do Alentejo, Fila Brasileiro e Cão Vila-Lata

AspectoRafeiro do AlentejoFila BrasileiroCão Vila-LataOrigemPortugal (Alentejo)Brasil colonial (séc. XIX)Brasil (miscigenação livre)FunçãoGuarda de rebanhos e fazendasGuarda, caça, defesaCompanhia e sobrevivência urbana/ruralPorteGrande, robustoGrande, musculosoVariávelTemperamentoVigilante, calmo, lealExtremamente fiel, “ojeriza” a estranhosInteligente, rústico, adaptávelReconhecimentoRaça oficial (FCI)Raça oficial (FCI)Não é raça, mas símbolo popular 

Conclusão

A presença do Rafeiro do Alentejo no Brasil colonial foi essencial para a organização da vida rural, garantindo a segurança dos engenhos e fazendas. Sua contribuição genética foi determinante para o surgimento do Fila Brasileiro, raça que sintetiza a herança luso-ibérica adaptada ao território brasileiro. Paralelamente, o cão vila-lata, fruto da miscigenação espontânea, tornou-se o retrato da resistência, da adaptabilidade e da mestiçagem cultural do país. Dessa forma, o Brasil carrega em sua história canina tanto a herança dos cães de raça trazidos pelos colonizadores quanto o legado dos mestiços, que se tornaram verdadeiros símbolos nacionais.




Autor: Nhenety Kariri-Xocó 





CONSIDERAÇÕES FINAIS

A presente obra evidencia a interdependência entre cultura, natureza e história. Os povos indígenas demonstram formas sustentáveis de relação com o ambiente, enquanto os ecossistemas naturais revelam a complexidade da biodiversidade. Paralelamente, os processos históricos, como a introdução de espécies animais, mostram como a cultura humana se constrói por meio de encontros e transformações.
Dessa forma, compreender essas interações é essencial para a preservação da diversidade cultural e ambiental, bem como para a construção de um futuro mais equilibrado e consciente.




REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS GERAIS UNIFICADAS



ALARCÓN, Diego. Los pueblos Emberá y Wounaan. Bogotá: ICANH, 2020.

ALVES, Maria A.; PEREIRA, Gilmar A. Aves do Brasil. Rio de Janeiro: Technical Books, 2007.

ANTAS, Paulo T. Z. Migratory birds in Brazil. Brasília: IBAMA, 1994.

CORRÊA, Sérgio. O Fila Brasileiro. Belo Horizonte: Ed. Cinofilia Nacional, 2005.

CUNHA, António. Raças de cães de Portugal. Lisboa: Europa-América, 1998.

DIAS, Reinaldo. História do cão no Brasil. Rio de Janeiro: Mauad, 2012.

GRUPI, Mercedes. Povos indígenas da América Latina. São Paulo: Contexto, 2015.

JUNQUEIRA, Carmen. Povos indígenas na América Latina. Brasília: FUNAI, 2018.

PACHECO, Luis. Cultura e resistência Emberá. Revista Colombiana de Antropologia, 2020.

RODRÍGUEZ, Manuel. Los Emberá y la defensa de sus territorios. Panamá, 2019.

SICK, Helmut. Ornitologia brasileira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1997.

SILVA, Carlos T. Animais e a colonização portuguesa no Brasil. São Paulo: Contexto, 2010.

TAVARES, D. C.; SICILIANO, S. Aves costeiras e marinhas do Brasil. Rio de Janeiro: Technical Books, 2020.

FCI. Padrão Oficial – Rafeiro do Alentejo. Bruxelas, 2020.


REFERÊNCIAS DOS ARTIGOS DO ACERVO


KARIRI-XOCÓ, Nhenety. Chocó Emberá. Disponível em: 

https://kxnhenety.blogspot.com/2025/05/choco-embera.html?m=0 . Acesso em: 4 mai. 2026. 

KARIRI-XOCÓ, Nhenety. Ninhais de Aves do Nordeste Brasileiro. Disponível em: 

https://kxnhenety.blogspot.com/2025/08/ninhais-de-aves-do-nordeste-brasileiro.html?m=0 . Acesso em: 4 mai. 2026. 

KARIRI-XOCÓ, Nhenety. O Cão Alentejano, sua Influência no Fila Brasileiro. Disponível em: 

https://kxnhenety.blogspot.com/2025/09/o-cao-alentejano-sua-influencia-no-fila.html?m=0 . Acesso em: 4 mai. 2026. 







SOBRE O AUTOR

Nhenety Kariri-Xocó é escritor, pesquisador e contador de histórias pertencente ao povo indígena Kariri-Xocó, de Porto Real do Colégio (AL). Sua obra dedica-se à valorização das culturas tradicionais, à preservação da memória histórica e à análise das relações entre natureza e sociedade. Mantém produção ativa em ambiente digital, contribuindo para a difusão do conhecimento interdisciplinar.





Autor: Nhenety Kariri-Xocó




 

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