Páginas

quarta-feira, 19 de novembro de 2025

BUSCA DA SAÚDE, Literatura de Cordel, Por Nhenety Kariri-Xocó






🌿 DEDICATÓRIA POÉTICA


Dedico este meu cordel

Ao povo da medicina,

A quem busca na jornada

Uma vida mais divina.

Dedico ao ancião da aldeia,

À mulher que sempre semeia

A cura em cada rotina.


Dedico ao povo da mata,

Que entende o poder sagrado

Das plantas, rezas e sonhos

No caminho iluminado.

Também dedico à ciência,

Que trilha com consciência

O saber sistematizado.


E dedico à humanidade

Que batalha sem temer,

Pois a busca pela saúde

É modo de florescer.

E que o Deus criador

Nos proteja em seu amor,

No viver e no renascer.



📜 ÍNDICE POÉTICO


Abertura


Prólogo Poético


Capítulo I – O Caminho da Fé e da Cura


Capítulo II – As Plantas e o Remédio da Natureza


Capítulo III – A Química e os Remédios Artificiais 


Capítulo IV – A Medicina e o Saber Científico 


Capítulo V – O Esporte e o Corpo em Movimento 


Capítulo VI – Alimentação e Equilíbrio da Vida


Capítulo VII – A Tecnologia e o Futuro da Saúde


Capítulo VIII – Harmonia Social e Paz Interior


Encerramento


Epílogo Poético


Nota de Fontes Rimada


Ficha Técnica


Epílogo Final


Quarta Capa Poética


Sobre o Autor


Sobre a Obra



🌅 ABERTURA


A saúde é um horizonte,

Um farol no amanhecer;

É força que nos sustenta,

É coragem de viver.

É busca da humanidade

Desde a mais remota idade,

No desejo de florescer.



🌙 PRÓLOGO POÉTICO


Desde o tempo das cavernas

O ser humano implorou

Aos céus, aos ventos, às águas,

A todo espírito que voou.

E nesse clamor antigo

Nasceu o forte perigo

E o remédio que salvou.


Cada época, cada era,

Criou seu próprio caminho:

A fé, a planta, a ciência,

O remédio, o desinho.

E na longa trajetória

Se desenha nossa história,

Passo a passo, pouquinho a pouquinho.


Assim nasce este cordel,

Com verdade e poesia,

Para narrar ao leitor

Como avança a medicina.

Da cura natural do chão,

À ciência em evolução,

À tecnologia que ilumina.



📘 CAPÍTULO I – O CAMINHO DA FÉ E DA CURA


1.

Quando o mundo era criança

E o homem pouco sabia,

Temia sombras e febres,

Invocava a divindade fria.

Nos ritos da antiguidade

Buscava a espiritualidade

Como chama que alumia.


2.

Lá pelos trinta mil anos

Antes do papel nascer,

O xamã batia o tambor,

Chamava o espírito a descer.

Curava corpo e tristeza,

Trazendo força e firmeza

Para o doente reviver.


3.

No Egito, na Mesopotâmia,

Na Grécia e no Oriente,

A cura vinha dos deuses

Que guiavam toda gente.

Era o sagrado caminho,

Feito com reza e carinho,

Com canto reconfortante.


4.

E na Idade Medieval,

Quando o medo era constante,

A Igreja ergueu seus muros

Contra o mal predominante.

Mosteiros viraram guarida,

Onde a fé trazia vida

Ao corpo fraco e doente.


5.

Oravam dia e noite

Por saúde e proteção;

Cuidavam com ervas e bênçãos,

Cruz ao peito e devoção.

Crer era o remédio amado,

E o espírito elevado

Levantava o coração.


6.

Nesse tempo a doença

Era vista como castigo,

Mão divina corrigindo

Quem se desviara do abrigo.

Mas também era crença pura

Que a fé, forte e segura,

Caminhava com o amigo.


7.

E assim se fez a jornada

Da cura espiritual,

Que até hoje se mantém

Na busca do bem total.

Pois quem reza encontra calma,

E a fé fortalece a alma

Contra o golpe do mal.


8.

A fé não cura sozinha,

Mas traz força ao caminhar;

É vento que sopra leve

E ajuda o corpo a lutar.

Por isso o povo entendido

Mantém o peito erguido

E segue firme a rezar.



📗 CAPÍTULO II – AS PLANTAS E O REMÉDIO DA NATUREZA


1.

Depois nasce outro caminho,

Filho da observação,

Pois o homem viu nas plantas

Cura, força e proteção.

Da raiz ao galho inteiro,

Do fruto ao pó derradeiro,

Brota a santa solução.


2.

No Egito já se escrevia

O saber medicinal:

O Papiro de Ebers narra

O poder vegetal.

Unguentos e infusões,

Tratando várias aflições

Do povo do Nilo real.


3.

Na China, o velho Shennong

Catalogou com primor

As plantas que sustentavam

A saúde e seu vigor.

Registros de grande idade

Formaram a humanidade

No caminho curador.


4.

Dos povos indígenas nasce

A ciência ancestral,

Que conhece cada folha,

Cada aroma natural.

Da mata surge a receita

Que levanta, acalma, ajeita

O mal físico e mental.


5.

Chás, lambedores, raízes,

Casca, canto e oração;

Cada cura se transmite

De avô para geração.

A medicina da floresta,

Com sua verdade honesta,

Guarda antiga tradição.


6.

A natureza generosa

Sempre deu o necessário:

Da arnica à jurubeba,

Do capim ao apiário.

E o homem, sábio aprendiz,

Fez da planta seu país

De defesa e relicário.


7.

Esse caminho foi base

Da moderna medicina,

Pois dela a ciência tomou

A essência que ilumina.

Tudo nasce do saber

Que a floresta quis trazer

À mão humana peregrina.


8.

E assim segue até hoje

O poder da fitoterapia,

Que cura corpo e memória

Com força e sabedoria.

É saber que nunca envelhece,

É ciência que cresce

Na raiz da poesia.



📘 CAPÍTULO III – A QUÍMICA E OS REMÉDIOS ARTIFICIAIS


1.

Quando a ciência avançou

No século da iluminação,

O homem olhou pras plantas

Com mais precisão e razão.

Viu nelas princípios ativos,

Sabores curativos,

E nova experimentação.


2.

Já no século dezenove

A química se expandia,

Isolando substâncias

Com mais força e garantia.

Da casca do velho salgueiro

Nasceu um fármaco inteiro

Que até hoje alivia.


3.

A aspirina foi criada

Em mil oitocentos noventa e sete,

Abrindo a grande vertente

Do remédio que não se esquece.

Era o fruto sintetizado,

Um saber iluminado

Que ao mundo todo enriquece.


4.

Depois chega a penicilina,

Num golpe do acaso santo:

Em mil novecentos e vinte e oito,

Fleming observa o encanto.

E do bolor revelado

Vem o dom inesperado

Que salvou vidas de tanto.


5.

E quando a década de quarenta

Trouxe guerra e sofrimento,

A ciência multiplicou

O uso desse invento.

Antibiótico era escudo,

Protegia quase tudo,

Trouxe vida em movimento.


6.

Surgem pílulas, pomadas,

Vacinas e comprimidos;

Cada frasco é uma jornada

Contra males conhecidos.

A química então floresce,

Cria, combina, oferece

Remédios bem construídos.


7.

Da natureza veio a base

Da ciência laboratorial

Que, com frascos e balanças,

Transformou o mundo real.

O saber se amplia e cresce,

E o laboratório enriquece

A medicina universal.


8.

Por isso, no caminhar

Da saúde da humanidade,

O remédio artificial

Tem sua grande verdade:

Salva vidas, cura males,

Abre portas imortais

Da ciência e da liberdade.



📗 CAPÍTULO IV – A MEDICINA E O SABER CIENTÍFICO


1.

Depois surge outro caminho

De rigor e precisão:

A medicina estudada

Com método e observação.

Sai da prática instintiva

Para a ciência objetiva

Que domina a razão.


2.

No século dezesseis, Vesálio

Abre corpos para aprender;

Com coragem e ousadia

Reescreve o que é viver.

A anatomia renasce,

Nova era se ergue e passa

A revelar o corpo ser.


3.

Universidades surgiam

Com saber sistematizado;

E no século dezoito

O método foi consolidado.

A ciência examina e testa,

Organiza, manifesta

O saber racionalizado.


4.

A medicina se aprofunda

No estudo da patologia;

Com microscópios potentes

Revela o que antes não via.

Vê bactéria, vê micróbio,

Vê o mundo do invisível sóbrio

Que molda a biologia.


5.

Chegam exames clínicos,

Auscutas, raios e visões;

Diagnósticos certeiros

Guiam novas decisões.

E o médico bem formado

Tem saber estruturado

Para salvar gerações.


6.

E no século dezenove

A anestesia surgiu,

Permitindo cirurgia

Que o medo antes excluiu.

O corte virou caminho,

Trajeto firme e mansinho

Que a vida restituiu.


7.

Com vacinas e antissépticos

De Pasteur e Lister, então,

O hospital se transforma

Em lugar de proteção.

A medicina se organiza

E com ciência moderniza

Sua santa profissão.


8.

Hoje o médico é guardião

Do saber que evoluiu,

Carrega em sua jornada

O que a história construiu.

Pesquisa, estuda, pratica,

E a humanidade fica

Mais forte do que surgiu.



🏋️ CAPÍTULO V – O ESPORTE E O CORPO EM MOVIMENTO


1.

Depois de tantas curas

Na fé, na planta, no chão,

A humanidade descobre

Outro forte coração:

O exercício que renova,

Que a alma inteira aprova

Na sagrada evolução.


2.

Lá na Grécia antiga e nobre,

O ideal já resumia

Que a mente só é perfeita

Se o corpo em paz vigia.

Da corrida ao arremesso,

Era o atleta o começo

Do equilíbrio e da harmonia.


3.

E os Jogos Olímpicos eram

Celebração universal:

Homens fortes, disciplinados,

Buscando honra ritual.

O suor tinha valor,

Era símbolo de amor

À vida física e moral.


4.

O esporte vira caminho

Da saúde preventiva,

Pois move o músculo e o sangue

E a respiração incentiva.

O corpo se faz dançarino,

E o espírito peregrino

Sente a força que deriva.


5.

No século vinte, então,

As academias surgiram;

Pesos, barras e esteiras

O mundo inteiro assumiram.

Da ginástica ao judô,

Cada prática ensinou

Os que corpo e mente uniram.


6.

E o povo aprende o valor

De manter o corpo ativo,

Pois quem corre, salta e luta

Vive mais alegre e vivo.

E diminui a tensão,

Melhora o seu coração

E o pensamento criativo.


7.

Esporte é cura sutil,

De energia natural;

Oferece disciplina

E promove bem-estar total.

É medicina sem remédio,

Que afasta o medo e o tédio

Do viver emocional.


8.

E assim, neste caminhar

De saúde e evolução,

O esporte é grande mestre

Da força e da proteção.

Pois quem move o corpo inteiro

Cultiva no peito ligeiro

A paz da própria criação.



🥗 CAPÍTULO VI – ALIMENTAÇÃO E EQUILÍBRIO DA VIDA


1.

Outro caminho importante

Surge em cada geração:

É o saber milenar

Sobre a força da nutrição.

O que entra em nosso prato

É base, é sustento, é pacto

Com a vida e a digestão.


2.

Hipócrates já dizia,

Lá na Grécia do saber,

“Que o alimento seja o remédio

Que te ensina a florescer.”

Essa frase atravessou

O tempo e nos mostrou

Como o corpo deve ser.


3.

Mas só no século vinte

A ciência organizou

As vitaminas e nutrientes

Que o mundo todo estudou.

Proteína e carboidrato,

Ferro, cálcio, licopeno exato,

Cada um se revelou.


4.

Uma dieta equilibrada

Traz saúde ao coração,

Fortalece o sistema imune

E regula a digestão.

Frutas, legumes e grãos

São guardiões das nossas mãos

E da vida em expansão.


5.

A alimentação saudável

É remédio cotidiano:

Controla peso e pressão,

Evita o mal soberano.

E quem come com cuidado

Mantém firme o resultado

De viver de modo humano.


6.

Mas também é importante

Evitar o exagero ruim:

Muito sal, açúcar e gorduras

Trouxeram fim antecipado assim.

Por isso a ciência alerta

Que a comida mais aberta

É a que vem do próprio jardim.


7.

Cada cultura da Terra

Tem seu prato encantador:

Do milho indígena ao arroz

Que no Oriente tem valor.

E cada sabor é história,

É memória, é trajetória

Que aquece o interior.


8.

Alimentar é mais que ato,

É respeito ao próprio ser;

É honrar o corpo-templo

Que nos ajuda a viver.

Quem come com consciência

Cultiva a benevolência

E aprende mais a crescer.



🤖 CAPÍTULO VII – A TECNOLOGIA E O FUTURO DA SAÚDE


1.

No avanço dos tempos novos,

O saber humano cresceu;

Da invenção do microscópio

Outro mundo apareceu.

O invisível ficou claro,

E o estudo mais raro

Em ciência se fortaleceu.


2.

Surge então o raio-X,

Em mil oitocentos e noventa e cinco;

E o corpo, antes oculto,

Mostrou seu caminho distinto.

A máquina reveladora,

Em sua luz protetora,

Abriu o diagnóstico sucinto.


3.

Depois, na década de setenta,

A ressonância brilhou,

Mostrando tecidos profundos

Que o olhar jamais tocou.

Do cérebro ao coração,

Cada órgão, cada função,

A imagem inteira falou.


4.

O século vinte seguiu

Com precisão cirúrgica rara:

Robôs cortando com arte,

Sem mão pesada que dispara.

Da Vinci foi pioneiro,

E o gesto verdadeiro

Transformou bisturi em tiara.


5.

A telemedicina amplia

O cuidado além do lugar;

Do sertão ao grande centro

A consulta pode chegar.

Um toque no celular

E o médico vai escutar

Quem dele precisar.


6.

Na era dos algoritmos

A ciência ganha clarão;

A inteligência artificial

Analisa cada padrão.

Prediz risco, lê exame,

Vê o que o olho não sabe,

E apoia a decisão.


7.

Big data vira oráculo

Da saúde global inteira;

Registra, cruza, compara,

Mostra trilha verdadeira.

E a pesquisa acelerada

Traz cura inesperada

Numa luz pioneira.


8.

Assim, tecnologia e vida

Caminham lado a lado:

Do primeiro raio-X humilde

Ao futuro programado.

E a saúde agradece

O engenho que aparece

No tempo iluminado.



🌿 CAPÍTULO VIII – HARMONIA SOCIAL E PAZ INTERIOR


1.

Mas não basta ter remédio,

Ciência, planta ou oração;

A saúde também depende

Da força da relação.

Pois o ser humano é ponte,

É rio, é raiz, é fonte

De outra vibração.


2.

Desde que o mundo é mundo

A aldeia é proteção;

O lar, a roda de amigos

São muralhas do coração.

E quem vive em harmonia

Tem alma que irradia

Serenidade e união.


3.

A Organização Mundial da Saúde

No pós-guerra anunciou:

“Saúde é bem-estar social”,

E o planeta inteiro escutou.

Cuidar da mente e da emoção

É também libertação

Do mal que o tempo gerou.


4.

Do estresse que se acumula

Nas estradas da cidade

Nascem males invisíveis

Com força e ferocidade.

Mas a vida em comunhão,

Com abraço e ligação,

Tem poder de eternidade.


5.

O afeto cura feridas

Que remédio não alcança;

Reacende no peito a calma,

Restaura a esperança.

Pois quem vive em solidão

Sente frio no coração

E a alegria não avança.


6.

Comunidades que se ajudam

Têm saúde elevada;

Quem divide a caminhada

Tem jornada abençoada.

E a paz como semente,

Floresce no ambiente

De alma compartilhada.


7.

Família, amigos, vizinhos,

A tribo, a aldeia, o clã…

Cada laço é medicina,

É remédio que se irmana.

E quem vive em união

Reforça sua proteção

Na grande teia humana.


8.

Por isso, buscar saúde

É também buscar amor;

É viver em sintonia

Com o mundo ao redor.

É tecer, com alegria,

A paz que todo dia

Faz a vida ter valor.



📰ENCERRAMENTO


E assim meu canto termina,

Mas nunca cesso a lição:

De que o saber verdadeiro

Brotará do coração.

Pois ciência sem respeito

Gera sombra e divisão,

Mas ciência iluminada

É remédio e direção.


Entre remédios antigos,

E a força da tradição,

Caminha o povo da terra

Guardando ancestral visão.

E o futuro só floresce

Se houver justa união.



🌹EPÍLOGO POÉTICO


Seja a cura nossa mestra,

Seja a vida a professora.

Que o saber, quando é humilde,

Faz da dor uma lavoura.

Cada lágrima regada

Germina força e melhora.


Que os ventos levem meu canto

Para a oca sonhadora,

E que o sol dos ancestrais

Brilhe em cada leitora e leitora,

Pois quem lê com esperança

Vira luz transformadora.



⭐ NOTA DE FONTES RIMADA 


Este cordel se ergue firme

Na vereda do saber,

Pois quem canta a voz da vida

Busca a fonte pra beber.

E aqui deixo registrado

Tudo aquilo que deu ser:


Do Figueiredo e Nascimento

Veio a força principal,

Pois História da Saúde e Doenças

É escrita sem igual.

Da ciência ao cotidiano,

Retrato vivo e real.


Do mestre Jean-Pierre Goubert,

Com olhar investigado,

História do Corpo ilumina

O viver já transformado.

Mostra o corpo e sua trilha,

Pelo tempo remoldado.


De Ujvari vem o eco

Das dores de gerações:

História das Epidemias,

Suas marcas e aflições.

Livro que guarda memórias

De antigas contaminações.


Do Ministério da Saúde,

A política a orientar:

A PNMPC, que inspira

Novos modos de cuidar.

Traz o natural como rota

Para o corpo equilibrar.


De Cunha e seus companheiros,

Estudo fino e sagaz:

Planta, uso e tradição,

Ciência que nunca se desfaz.

Mostrando ao povo que a erva

Tem valor que é sempre eficaz.


E de Machado, o espírito

Que investiga e que assoma:

Em Danação da Norma vemos

A psiquiatria que se toma

Como força e estrutura

Da medicina que se entronca.


Assim registro as fontes

Que ajudaram a tecer

Cada verso, cada rima,

Cada ato de saber.

Pois cordel é ponte viva

Entre estudo e bem-viver.



📒FICHA TÉCNICA


Título: A Evolução da Saúde, da Ciência e da Vida

Gênero: Cordel Poético Descritivo

Autor: Nhenety Kariri-Xocó

Assistência Literária: Assistente Virtual ChatGPT

Revisão e Curadoria: Nhenety Kariri-Xocó 

Edição: Digital Especial

Estudos preliminares: Nhenety Kariri-Xocó e Google Gemini 

Pré-projeto: Nhenety Kariri-Xocó e ChatGPT ( OpenAI  )

Local: Porto Real do Colégio – AL

Ano: 2025

Produção Editorial: KXNHENETY.BLOGSPOT.COM 



EPÍLOGO FINAL


A obra agora repousa,

Mas seu espírito caminha.

Porque todo verso vivo

Tem raiz que não definha.

E o leitor que segue adiante

Leva a cura que ilumina.


Que cada capítulo inspire

Quem habita essa modinha,

Pois cordel é ponte aberta,

É trilha, chão e adivinha,

E quem lê com alma acesa

Faz do mundo uma oficina.



QUARTA CAPA POÉTICA


Neste cordel se entrelaçam

Saberes da humanidade:

A cura, a força da vida

E a busca pela verdade.

Da erva ao medicamento,

Da reza à tecnologia,

Da fome ao equilíbrio,

Da luta à sabedoria.


É viaggio pelo tempo,

Da ciência à tradição,

Onde o corpo encontra o espírito

E a mente ganha visão.

Obra feita com respeito,

Coração e inspiração.

Leitor, siga nessa trilha

E receba minha saudação.



SOBRE O AUTOR


Nhenety Kariri-Xocó

Filho do povo Kariri-Xocó de Porto Real do Colégio (AL),

contador de histórias da tradição oral e escrita,

guardião da memória ancestral e

pesquisador dos caminhos simbólicos da vida.


Sua obra une o antigo e o moderno,

honrando seus ancestrais e

fortalecendo a identidade de seu povo.

Escreve para que os mais jovens

conheçam suas raízes

e para que o mundo reconheça

a grandeza da cultura indígena brasileira.



SOBRE A OBRA


Este cordel apresenta uma jornada pela saúde,

pela ciência, pela espiritualidade e pelo viver humano.

De forma poética, aborda as origens dos remédios,

a química, a medicina, o esporte, a alimentação,

a tecnologia e a paz interior.

É um encontro entre tradição ancestral

e conhecimento contemporâneo.


A obra busca inspirar reflexões

sobre o equilíbrio da vida

e o futuro da cura,

celebrando a união

entre Saberes Antigos e Ciência Moderna.



Autor: Nhenety Kariri-Xocó 




Nenhum comentário:

Postar um comentário