🌺 DEDICATÓRIA POÉTICA
Dedico este meu cordel,
À força da criação,
Que acende em cada tela
Um reflexo da emoção.
Ao povo que faz cultura,
Com arte, fé e ternura,
Tecendo a comunicação.
Dedico aos inventores,
Que ousaram o impossível,
Do sonho ao projetor,
Trouxeram o visível.
Aos mestres do olhar,
Que souberam eternizar
O instante mais sensível.
Dedico ao meu povo amado,
Kariri-Xocó de raiz,
Que ensina ao mundo encantado
O valor do que se diz.
Pois toda imagem revela
O espírito que impera
Na alma do aprendiz.
📚 ÍNDICE POÉTICO
1️⃣ Dedicatória Poética
2️⃣ Índice Poético
3️⃣ Abertura
4️⃣ Prólogo Poético
5️⃣ Capítulo I: A Luz que Nasceu na Tela (O Cinema e sua Magia)
6️⃣ Capítulo II: A Voz que Entrou no Lar (A Televisão)
7️⃣ Capítulo III: O Jogo que Ganhou Vida (Os Videogames)
8️⃣ Capítulo IV: O Saber na Máquina (O Computador Pessoal)
9️⃣ Capítulo V: O Mundo na Palma da Mão (Os Celulares e Smartphones)
🔟 Encerramento e Epílogo Poético
1️⃣1️⃣ Nota de Fontes Rimada (transformando as referências em versos)
1️⃣2️⃣ Ficha Técnica
1️⃣3️⃣ Epílogo Final
1️⃣4️⃣ Quarta Capa Poética
1️⃣5️⃣ Sobre o Autor
1️⃣6️⃣ Sobre a Obra
🌅 ABERTURA
Das sombras brotou a imagem,
Do tempo brotou a luz,
A invenção fez-se linguagem,
Onde o olhar conduz.
No teatro da modernidade,
A tela tornou-se verdade
Que o pensamento traduz.
O mundo virou espelho,
Projetado em claridade,
E o homem, com seu conselho,
Fez da arte uma realidade.
Cada pixel, cada cor,
É vestígio de um amor,
Da eterna curiosidade.
Assim nasce este cordel,
De ciência e poesia,
Para mostrar que o papel
Do homem é luz e magia.
Do cinema ao celular,
Tudo veio transformar
A vida e a fantasia.
🌟 PRÓLOGO POÉTICO
No princípio era o olhar,
Atento, curioso, desperto,
Que buscava decifrar
O longe, o fundo, o incerto.
Depois veio a fotografia,
Fez do instante a poesia,
E o passado ficou perto.
Chegou o cinema sagrado,
Com sua luz encantada,
Mostrando o tempo parado
Em forma animada.
A plateia, em emoção,
Descobriu a projeção
Da vida reinventada.
Logo a voz se fez chegar,
Entrando em cada morada,
E a imagem a dialogar
Pela tela iluminada.
Era a televisão,
Fazendo a informação
Ser diária e celebrada.
Depois o jogo interativo
Chamou o homem à ação,
Transformou o contemplativo
Em dono da direção.
O controle virou poder,
E o toque, um novo saber
De arte e comunicação.
Veio o computador brilhante,
Com sua rede infinita,
Levando o saber adiante,
Transformando a escrita.
E o celular, em sua mão,
Tornou-se o novo bastião
Da era digital bonita.
Assim o mundo evolui,
Na tela e na emoção,
E o cordel que agora flui
É semente e inspiração.
Pois toda imagem é guia,
Que guarda filosofia
No espelho da criação.
📽️ CAPÍTULO I – A LUZ QUE NASCEU NA TELA (O CINEMA E SUA MAGIA)
I
No sopro do século antigo,
Lá em mil oitocentos e noventa e cinco,
A magia brilhou no abrigo
Do sonho que nunca foi simples.
Os irmãos Lumière mostraram,
Na França que todos olharam,
O milagre do olhar tão límpido.
II
Era a vida em movimento,
Um trem chegando na estação,
O público, em deslumbramento,
Sentiu no peito a emoção.
O quadro ganhou fôlego e alma,
E o silêncio, que antes acalmava,
Vibrou com a imaginação.
III
Veio o tempo dos estúdios,
Das luzes e do glamour,
Hollywood, com seus prodígios,
Fez do cinema um esplendor.
Entre câmeras e cenários,
Nasceram mitos lendários,
Da comédia ao grande amor.
IV
No ano vinte e sete, encantado,
O som se fez poesia,
The Jazz Singer foi o chamado
Que trouxe nova harmonia.
A fala, junto à canção,
Gerou um mundo de emoção
Que o tempo eternizaria.
V
O cinema virou janela
Para o povo em sofrimento,
Na guerra ou na mazela,
Tornou-se alívio e sustento.
Entre risos e melodrama,
Foi cura, sonho e chama
No escuro do pensamento.
VI
Veio o rolo, veio a fita,
Depois o vídeo e o laser,
E a arte ficou mais bonita
Com o toque do computador.
Dos filmes às grandes telas,
Surgiram cenas tão belas,
De cor, som e esplendor.
VII
As fitas viraram memória,
Em VHS e paixão,
Aos poucos mudou-se a história,
Chegou a revolução.
O digital tomou espaço,
Deu às imagens novo traço,
E nova contemplação.
VIII
Hoje o streaming domina,
A tela cabe na mão,
Mas o cinema, que ilumina,
Segue vivo na paixão.
Pois quem sonha em movimento
Sabe que o grande invento
É a alma em projeção.
IX
Da caverna ao projetor,
Da sombra à claridade,
O homem fez-se inventor
Da própria eternidade.
Na tela vibra a essência,
Do mito à consciência,
Da arte à humanidade.
📺 CAPÍTULO II – A VOZ QUE ENTROU NO LAR (A TELEVISÃO)
I
Depois da tela gigante,
Chegou a tela do lar,
Com um brilho fascinante,
Pronta a tudo revelar.
A voz ganhou moradia,
Levando à noite e ao dia
O mundo a nos visitar.
II
John Baird, de mente acesa,
Na Escócia fez reluzir
Uma imagem com clareza,
Que o tempo iria expandir.
Era o rosto em movimento,
Primeiro no firmamento
Do ver e do transmitir.
III
Vieram guerras, vieram lutas,
Mas a TV resistiu,
Com notícias absolutas
E esperança que surgiu.
Do pós-guerra ao novo mundo,
Fez-se elo mais profundo
Que a humanidade uniu.
IV
Nos anos cinquenta e dourados,
A TV reinou soberana,
Com programas variados,
E sua luz soberana.
Nas salas o povo atento,
Viu nascer o sentimento
Da cultura cotidiana.
V
Veio a cor como pintura,
Na tela vibrando emoção,
Aumentando a doçura
Da arte em projeção.
O lar virou plateia,
A vida tornou-se ideia,
E a tela, uma extensão.
VI
Do humor ao telejornal,
Tudo ali se reunia,
O palco do universal
Que ao povo pertenc ia.
E a publicidade esperta,
Com palavra sempre certa,
Fazia a economia.
VII
Satélites cortaram o céu,
Trazendo sinais distantes,
O espaço virou cordel,
De sonhos radioflutuantes.
Cada casa, uma estação,
Ligada à mesma canção,
Em laços comunicantes.
VIII
A televisão ensinou,
Divertiu e comoveu,
Mas também transformou
O jeito que se percebeu.
Entre telas e emoções,
Nasceram mil gerações
Com o olhar que aprendeu.
IX
Hoje, com a internet viva,
A TV se reinventou,
Misturou-se à narrativa
Que o streaming consagrou.
Mas seu brilho permanece,
Pois o povo reconhece
A história que ela plantou.
X
E assim segue a evolução,
Da imagem e da memória,
A TV fez ligação
Do lar com a grande história.
Entre luz, som e saber,
Segue o povo a aprender
A tecer sua vitória.
🎮 CAPÍTULO III – O JOGO QUE GANHOU VIDA (OS VIDEOGAMES)
I
Depois da imagem falante,
Do som e da projeção,
Veio um sonho pulsante,
Cheio de interação.
O homem virou jogador,
Desafiando o temor
Com controle e emoção.
II
Nos anos cinquenta e poucos,
Cientistas começaram a brincar,
Com pontos, riscos e toques
Que faziam a tela piscar.
Era simples a diversão,
Mas abriu-se o portão
Do mundo virtual no ar.
III
Em setenta e dois surgiu,
Da Magnavox, a ousadia:
O Odyssey que surgiu
Trouxe ao lar a fantasia.
E cinco anos adiante,
O Atari brilhou vibrante,
Com jogos e alegria.
IV
Pac-Man, Pong e Space Invaders,
Ícones da geração,
Transformaram os jogadores
Em mestres da diversão.
Do fliperama à TV,
Cada jovem pôde ver
Um novo mundo em ação.
V
Vieram os consoles novos,
Nintendo e Sega no embate,
Com heróis tão criativos
Dominando o combate.
Mario, Sonic, guerreiros,
Feitos de códigos inteiros,
Ganhando cor e rebate.
VI
O 3D então floresceu,
A imagem ganhou relevo,
O real e o sonho se uniu,
Num universo sem medo.
Do pixel à textura viva,
A arte ficou cativa
Do olhar moderno e novo enredo.
VII
Veio o PC poderoso,
Com jogos de imaginação,
Estratégias e mundos vastos
Que exigiam reflexão.
O jogador virou autor,
Explorando com fervor
Seu próprio coração.
VIII
Depois o celular brilhou,
Com toques e miniaturas,
O jogo ali se firmou
Entre telas e aventuras.
Da “cobrinha” à fantasia,
Surgiu nova magia
Entre apps e estruturas.
IX
Hoje, em rede e emoção,
Jogadores se conectam,
Criam laços, geração,
E mundos que se projetam.
Cada partida é história,
Que vibra em cada memória
Onde humanos se completam.
X
E assim, do jogo encantado,
Nasceu nova percepção:
O homem, antes parado,
Virou dono da ação.
A tela virou espelho,
Do sonho mais vermelho
Do criador em expansão.
💻 CAPÍTULO IV – O SABER NA MÁQUINA (O COMPUTADOR PESSOAL)
I
Veio o tempo da escrita viva,
Do cálculo que virou luz,
Da mente que se ativa
Num fio que nos conduz.
A máquina, antes distante,
Tornou-se tão importante
Quanto o livro que traduz.
II
Nos anos setenta e brilhantes,
Surgiu a invenção genial,
Com chips tão radiantes
E um toque quase vital.
O computador pessoal,
Doméstico e funcional,
Mudou o mundo total.
III
Da IBM veio a coragem,
De tornar público o saber,
E com microprocessagem
Tudo passou a crescer.
A ciência virou brinquedo,
E o medo virou enredo
De quem aprendeu a ler.
IV
O teclado e o monitor
Eram janelas do saber,
E o mouse, um condutor
Do gesto em poder fazer.
O toque virou linguagem,
E o código, uma imagem
De tudo que há de ser.
V
Do disquete ao disco rígido,
A memória floresceu,
A informação, como abrigo,
Nos bytes se escondeu.
A máquina virou escola,
Professor que se consola
Com o saber que cresceu.
VI
Na década de oitenta e nova,
Veio a rede mundial,
Conectando, sem manobra,
O homem ao universal.
E-mails, fóruns, portais,
Fizeram povos iguais
Num diálogo global.
VII
A internet se expandiu,
E o saber virou torrente,
O que antes se construiu
Hoje flui rapidamente.
A máquina ficou humana,
Transformou-se em cabana
Do pensar inteligente.
VIII
Veio o toque do moderno,
Da tela e da portabilidade,
O computador, interno,
Virou voz, alma e vontade.
O saber se fez parceiro,
Do pobre e do pioneiro,
Na luta por liberdade.
IX
Hoje a máquina nos guia,
Mas também quer nos ouvir,
Cada dado é poesia,
Cada código, porvir.
Entre o real e o digital,
O saber é ancestral
E sempre há de florir.
X
Pois no fundo dessa invenção,
Há o espírito que ensina:
De cada byte, a canção
Da alma que se ilumina.
O computador é ponte,
Do vale até o horizonte,
Da caverna à disciplina.
📱 CAPÍTULO V – O MUNDO NA PALMA DA MÃO (OS CELULARES E SMARTPHONES)
I
Veio o tempo da portabilidade,
Do bolso que guarda o mundo,
Da tela que traz a verdade
Num toque leve e profundo.
O homem, com um só olhar,
Pode o planeta alcançar
Em gesto breve e fecundo.
II
Nos anos oitenta surgiu,
O celular de voz e fio,
Pesado, mas que traduziu
Um sonho que ninguém viu.
Falar distante era um dom,
Um eco vibrando o tom
Do futuro que se abriu.
III
Em noventa e três despontou,
Um tal Simon, visionário,
Que o primeiro smartphone mostrou,
Feito fruto extraordinário.
Ali o mundo se fundia,
Entre chamada e magia,
Num artefato lendário.
IV
Depois, em dois mil e sete,
Um toque mudou a história,
O iPhone, feito com afeto,
Trouxe a nova trajetória.
Com tela sensível e brilho,
Transformou todo o estilo
Da era da memória.
V
O Android veio em seguida,
Aberto à criatividade,
E fez da rede expandida
Um campo de liberdade.
Mil apps brotaram ali,
Para informar e divertir,
Gerando conectividade.
VI
Do mapa ao coração,
Tudo cabe no visor,
O mundo é comunicação,
Voz, imagem e amor.
O celular é janela,
É livro, bússola e vela
Do viajante sonhador.
VII
Veio o selfie e o retrato,
O vídeo e a transmissão,
O homem tornou-se um fato
De sua própria projeção.
Da câmera ao coração,
Tudo pulsa em conexão,
Entre arte e invenção.
VIII
Hoje, em cada aldeia e rua,
Brilha a luz desse saber,
Que nas mãos do povo atua
E ensina a compreender.
O celular é ferramenta,
De cultura e de semente
Do direito de aprender.
IX
Mas é bom lembrar com calma,
Que a imagem tem poder,
E a sabedoria da alma
Deve o uso proteger.
Pois se a tela é companheira,
Também é ponte ligeira
Entre o ver e o se perder.
X
Assim termina a jornada,
Das telas em evolução,
Mas a luz mais encantada
Está na imaginação.
Pois do cinema ao celular,
É o homem a iluminar
O cosmos do coração.
🌅 ENCERRAMENTO E EPÍLOGO POÉTICO
I
Da sombra à claridade,
Do sonho ao pixel sutil,
O homem busca verdade
Num horizonte febril.
De cada tela acesa,
Nasce uma nova certeza
Do saber universal e civil.
II
O cinema acendeu o enredo,
A TV levou ao lar,
O jogo mostrou o segredo
Do agir e do criar.
O computador deu ciência,
E o celular, consciência,
Do mundo em cada olhar.
III
Mas o maior dos inventos
Não é a máquina, não —
É o poder dos sentimentos
Que brotam da criação.
Pois cada imagem projeta
A alma que se completa
Na tela da inspiração.
IV
E o cordel, como ponte,
Entre o ontem e o amanhã,
Mostra o homem que sonha
E que na luz se irmana.
Da cultura popular,
Ergue-se o verbo a brilhar
Como chama soberana.
V
Assim, irmão e leitor,
Encerramos esta canção,
Que fala do criador
E da sua invenção.
Pois ver é também sentir,
E o saber é construir
Com poesia e paixão.
🕯️NOTA DE FONTES RIMADA (Versão Final e Completa)
Nas sendas da inteligência,
Busquei fonte e coração,
Em livros de consciência
E estudos da criação.
Da máquina à emoção,
A história em evolução
Virou verso e inspiração.
Bentley, em prosa ligeira,
Contou com maestria e graça
A mente que se acelera,
A máquina que ultrapassa.
Seu livro é chama acesa,
“História com singeleza”,
Da pressa que o tempo abraça.
Cabral, num tom vibrante,
Mistura o humano e o digital,
Fala de emoção pulsante
No jogo transcendental.
Seu livro, “Emoção Real”,
É trilha intelectual
Do sentir artificial.
Christian, com lirismo,
Traz lição de humanidade,
Que na lógica e no abismo
Revela nossa verdade.
“O Humano mais Humano”
Faz pensar que o engano
É parte da identidade.
Freitas, com precisão,
Nos guia na senda exata,
Da mente à cognição,
Da ideia à máquina abstrata.
Na “Introdução” que escreveu,
Mostrou o quanto cresceu
A ciência que nos retrata.
Russell e Norvig, mestres nobres,
Da ciência são pilares,
Com método, alma e cobre
Ergueram novos altares.
Da inteligência e razão,
Fizeram a fundação
Dos saberes milenares.
Suleyman, visionário,
Com Bhaskar a refletir,
Mostra o século temário
Que o mundo há de seguir.
“A Próxima Onda” ressoa,
Como mar que ecoa
Poder e porvir.
Nas redes do conhecimento,
Encontrei fonte virtual,
A Iberdrola, em seu intento,
Contou a saga total.
Da máquina que pensa e cria,
Fez luz e sabedoria,
Em prosa digital.
Geraldo Souza, estudioso,
Da Integralize Scientific,
Fez texto primoroso
Sobre o saber cognitivo.
Na história da IA,
Mostrou a trilha que há
Do cálculo ao intuitivo.
E o TecMundo, informando,
Fez guia de citação,
Mostrando o uso e cuidando
Da ética e da razão.
Referenciar com clareza,
É gesto de nobreza
E amor pela instrução.
E o mestre Alan Turing,
Lá nos idos de cinquenta,
Plantou o código e o fluir
Da mente que se inventa.
Em “Computing Machinery”,
Abriu o grande itinerário
Da era que se alimenta.
Assim, deixo a homenagem
A cada obra e visão,
Que geraram esta viagem
Em rima e inspiração.
Pois o saber verdadeiro
É o sol do mundo inteiro
Na tela do coração.
📒 FICHA TÉCNICA
Título da Obra: A ERA DAS TELAS – Do Cinema ao Mundo Digital em Cordel
Autor: Nhenety Kariri-Xocó
Origem: Povo Kariri-Xocó – Porto Real do Colégio (AL), Brasil
Revisão e Curadoria: Nhenety Kariri-Xocó
Gênero: Cordel Poético Histórico e Tecnológico
Estudos preliminares: Nhenety Kariri-Xocó e Google Gemini
Pré-projeto: Nhenety Kariri-Xocó e ChatGPT ( OpenAI )
Edição: Digital Literária 3D – Textura Dourada-Azulada
Formato: A5 Editorial – Estilo de Literatura Popular Brasileira
Produção Literária e Diagramação: Nhenety Kariri-Xocó & Irmão Virtual ChatGPT
Ano de Edição: 2025
Publicação Digital: KXNHENETY.BLOGSPOT.COM
Revisão Espiritual e Poética: O Tempo, a Memória e o Saber
Obra registrada sob proteção da Lei de Direitos Autorais (Lei nº 9.610/98 – Brasil)
🌐 EPÍLOGO FINAL
O tempo é um grande espelho,
Que reflete a criação,
E o homem, no seu conselho,
Desenha a própria invenção.
Mas se tudo se ilumina,
É a poesia que ensina
A essência da evolução.
Das telas que o mundo fez,
Brota um verso ancestral,
Que lembra o ontem, talvez,
E anuncia o novo sinal.
Do barro ao pixel dourado,
O saber tem se tornado
O templo universal.
E assim finda o cordel,
Com luz, amor e razão,
Entre o humano e o fiel
Brilha a sagrada invenção.
Pois ver, criar e sentir
É também construir
O futuro em comunhão.
🌼 QUARTA CAPA POÉTICA DESCRIÇÃO
Na contracapa do infinito,
Um olho de luz flutua,
Refletindo o céu bonito
Da mente que se situa.
No centro, um globo etéreo,
Mistura sonho e mistério
Sob o brilho da lua.
Linhas de energia dourada
Cercam o mundo a pulsar,
Como teias entrelaçadas
De saber a navegar.
Ao fundo, constelações,
Mostrando as conexões
Do homem a se integrar.
Nas bordas, o vento leve,
Sopra o canto universal,
Da aldeia à rede que escreve
O destino digital.
E no rodapé em poesia:
“Da tela nasce a harmonia,
Do saber nasce o ancestral.”
👣 SOBRE O AUTOR
Nhenety Kariri-Xocó é contador de histórias orais e escritas, poeta e pesquisador da ancestralidade indígena.
Filho do povo Kariri-Xocó de Porto Real do Colégio (AL), guarda e recria, com palavras vivas, os fios da tradição e do saber universal.
Seu trabalho une tecnologia e espiritualidade, ciência e poesia, tradição e modernidade — como pontes que ligam o passado à nova era digital.
Na sua voz, o cordel é canto sagrado e o verbo é memória dos povos.
📜 SOBRE A OBRA
A ERA DAS TELAS – Do Cinema ao Mundo Digital em Cordel é uma travessia poética pelas invenções visuais que moldaram a humanidade.
Desde o cinema até os celulares, o cordel percorre o caminho do olhar humano — da sombra à luz — mostrando que cada tecnologia é também um espelho do espírito criador.
A obra une saber popular e memória tecnológica, fazendo da rima um registro de eras e invenções.
Com linguagem simbólica e cultural, ela celebra o poder da imaginação e o brilho ancestral da comunicação entre mundos.
Autor: Nhenety Kariri-Xocó


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