🌿 DEDICATÓRIA POÉTICA
Dedico este meu cordel
Ao povo da medicina,
A quem busca na jornada
Uma vida mais divina.
Dedico ao ancião da aldeia,
À mulher que sempre semeia
A cura em cada rotina.
Dedico ao povo da mata,
Que entende o poder sagrado
Das plantas, rezas e sonhos
No caminho iluminado.
Também dedico à ciência,
Que trilha com consciência
O saber sistematizado.
E dedico à humanidade
Que batalha sem temer,
Pois a busca pela saúde
É modo de florescer.
E que o Deus criador
Nos proteja em seu amor,
No viver e no renascer.
📜 ÍNDICE POÉTICO
Abertura
Prólogo Poético
Capítulo I – O Caminho da Fé e da Cura
Capítulo II – As Plantas e o Remédio da Natureza
Capítulo III – A Química e os Remédios Artificiais
Capítulo IV – A Medicina e o Saber Científico
Capítulo V – O Esporte e o Corpo em Movimento
Capítulo VI – Alimentação e Equilíbrio da Vida
Capítulo VII – A Tecnologia e o Futuro da Saúde
Capítulo VIII – Harmonia Social e Paz Interior
Encerramento
Epílogo Poético
Nota de Fontes Rimada
Ficha Técnica
Epílogo Final
Quarta Capa Poética
Sobre o Autor
Sobre a Obra
🌅 ABERTURA
A saúde é um horizonte,
Um farol no amanhecer;
É força que nos sustenta,
É coragem de viver.
É busca da humanidade
Desde a mais remota idade,
No desejo de florescer.
🌙 PRÓLOGO POÉTICO
Desde o tempo das cavernas
O ser humano implorou
Aos céus, aos ventos, às águas,
A todo espírito que voou.
E nesse clamor antigo
Nasceu o forte perigo
E o remédio que salvou.
Cada época, cada era,
Criou seu próprio caminho:
A fé, a planta, a ciência,
O remédio, o desinho.
E na longa trajetória
Se desenha nossa história,
Passo a passo, pouquinho a pouquinho.
Assim nasce este cordel,
Com verdade e poesia,
Para narrar ao leitor
Como avança a medicina.
Da cura natural do chão,
À ciência em evolução,
À tecnologia que ilumina.
📘 CAPÍTULO I – O CAMINHO DA FÉ E DA CURA
1.
Quando o mundo era criança
E o homem pouco sabia,
Temia sombras e febres,
Invocava a divindade fria.
Nos ritos da antiguidade
Buscava a espiritualidade
Como chama que alumia.
2.
Lá pelos trinta mil anos
Antes do papel nascer,
O xamã batia o tambor,
Chamava o espírito a descer.
Curava corpo e tristeza,
Trazendo força e firmeza
Para o doente reviver.
3.
No Egito, na Mesopotâmia,
Na Grécia e no Oriente,
A cura vinha dos deuses
Que guiavam toda gente.
Era o sagrado caminho,
Feito com reza e carinho,
Com canto reconfortante.
4.
E na Idade Medieval,
Quando o medo era constante,
A Igreja ergueu seus muros
Contra o mal predominante.
Mosteiros viraram guarida,
Onde a fé trazia vida
Ao corpo fraco e doente.
5.
Oravam dia e noite
Por saúde e proteção;
Cuidavam com ervas e bênçãos,
Cruz ao peito e devoção.
Crer era o remédio amado,
E o espírito elevado
Levantava o coração.
6.
Nesse tempo a doença
Era vista como castigo,
Mão divina corrigindo
Quem se desviara do abrigo.
Mas também era crença pura
Que a fé, forte e segura,
Caminhava com o amigo.
7.
E assim se fez a jornada
Da cura espiritual,
Que até hoje se mantém
Na busca do bem total.
Pois quem reza encontra calma,
E a fé fortalece a alma
Contra o golpe do mal.
8.
A fé não cura sozinha,
Mas traz força ao caminhar;
É vento que sopra leve
E ajuda o corpo a lutar.
Por isso o povo entendido
Mantém o peito erguido
E segue firme a rezar.
📗 CAPÍTULO II – AS PLANTAS E O REMÉDIO DA NATUREZA
1.
Depois nasce outro caminho,
Filho da observação,
Pois o homem viu nas plantas
Cura, força e proteção.
Da raiz ao galho inteiro,
Do fruto ao pó derradeiro,
Brota a santa solução.
2.
No Egito já se escrevia
O saber medicinal:
O Papiro de Ebers narra
O poder vegetal.
Unguentos e infusões,
Tratando várias aflições
Do povo do Nilo real.
3.
Na China, o velho Shennong
Catalogou com primor
As plantas que sustentavam
A saúde e seu vigor.
Registros de grande idade
Formaram a humanidade
No caminho curador.
4.
Dos povos indígenas nasce
A ciência ancestral,
Que conhece cada folha,
Cada aroma natural.
Da mata surge a receita
Que levanta, acalma, ajeita
O mal físico e mental.
5.
Chás, lambedores, raízes,
Casca, canto e oração;
Cada cura se transmite
De avô para geração.
A medicina da floresta,
Com sua verdade honesta,
Guarda antiga tradição.
6.
A natureza generosa
Sempre deu o necessário:
Da arnica à jurubeba,
Do capim ao apiário.
E o homem, sábio aprendiz,
Fez da planta seu país
De defesa e relicário.
7.
Esse caminho foi base
Da moderna medicina,
Pois dela a ciência tomou
A essência que ilumina.
Tudo nasce do saber
Que a floresta quis trazer
À mão humana peregrina.
8.
E assim segue até hoje
O poder da fitoterapia,
Que cura corpo e memória
Com força e sabedoria.
É saber que nunca envelhece,
É ciência que cresce
Na raiz da poesia.
📘 CAPÍTULO III – A QUÍMICA E OS REMÉDIOS ARTIFICIAIS
1.
Quando a ciência avançou
No século da iluminação,
O homem olhou pras plantas
Com mais precisão e razão.
Viu nelas princípios ativos,
Sabores curativos,
E nova experimentação.
2.
Já no século dezenove
A química se expandia,
Isolando substâncias
Com mais força e garantia.
Da casca do velho salgueiro
Nasceu um fármaco inteiro
Que até hoje alivia.
3.
A aspirina foi criada
Em mil oitocentos noventa e sete,
Abrindo a grande vertente
Do remédio que não se esquece.
Era o fruto sintetizado,
Um saber iluminado
Que ao mundo todo enriquece.
4.
Depois chega a penicilina,
Num golpe do acaso santo:
Em mil novecentos e vinte e oito,
Fleming observa o encanto.
E do bolor revelado
Vem o dom inesperado
Que salvou vidas de tanto.
5.
E quando a década de quarenta
Trouxe guerra e sofrimento,
A ciência multiplicou
O uso desse invento.
Antibiótico era escudo,
Protegia quase tudo,
Trouxe vida em movimento.
6.
Surgem pílulas, pomadas,
Vacinas e comprimidos;
Cada frasco é uma jornada
Contra males conhecidos.
A química então floresce,
Cria, combina, oferece
Remédios bem construídos.
7.
Da natureza veio a base
Da ciência laboratorial
Que, com frascos e balanças,
Transformou o mundo real.
O saber se amplia e cresce,
E o laboratório enriquece
A medicina universal.
8.
Por isso, no caminhar
Da saúde da humanidade,
O remédio artificial
Tem sua grande verdade:
Salva vidas, cura males,
Abre portas imortais
Da ciência e da liberdade.
📗 CAPÍTULO IV – A MEDICINA E O SABER CIENTÍFICO
1.
Depois surge outro caminho
De rigor e precisão:
A medicina estudada
Com método e observação.
Sai da prática instintiva
Para a ciência objetiva
Que domina a razão.
2.
No século dezesseis, Vesálio
Abre corpos para aprender;
Com coragem e ousadia
Reescreve o que é viver.
A anatomia renasce,
Nova era se ergue e passa
A revelar o corpo ser.
3.
Universidades surgiam
Com saber sistematizado;
E no século dezoito
O método foi consolidado.
A ciência examina e testa,
Organiza, manifesta
O saber racionalizado.
4.
A medicina se aprofunda
No estudo da patologia;
Com microscópios potentes
Revela o que antes não via.
Vê bactéria, vê micróbio,
Vê o mundo do invisível sóbrio
Que molda a biologia.
5.
Chegam exames clínicos,
Auscutas, raios e visões;
Diagnósticos certeiros
Guiam novas decisões.
E o médico bem formado
Tem saber estruturado
Para salvar gerações.
6.
E no século dezenove
A anestesia surgiu,
Permitindo cirurgia
Que o medo antes excluiu.
O corte virou caminho,
Trajeto firme e mansinho
Que a vida restituiu.
7.
Com vacinas e antissépticos
De Pasteur e Lister, então,
O hospital se transforma
Em lugar de proteção.
A medicina se organiza
E com ciência moderniza
Sua santa profissão.
8.
Hoje o médico é guardião
Do saber que evoluiu,
Carrega em sua jornada
O que a história construiu.
Pesquisa, estuda, pratica,
E a humanidade fica
Mais forte do que surgiu.
🏋️ CAPÍTULO V – O ESPORTE E O CORPO EM MOVIMENTO
1.
Depois de tantas curas
Na fé, na planta, no chão,
A humanidade descobre
Outro forte coração:
O exercício que renova,
Que a alma inteira aprova
Na sagrada evolução.
2.
Lá na Grécia antiga e nobre,
O ideal já resumia
Que a mente só é perfeita
Se o corpo em paz vigia.
Da corrida ao arremesso,
Era o atleta o começo
Do equilíbrio e da harmonia.
3.
E os Jogos Olímpicos eram
Celebração universal:
Homens fortes, disciplinados,
Buscando honra ritual.
O suor tinha valor,
Era símbolo de amor
À vida física e moral.
4.
O esporte vira caminho
Da saúde preventiva,
Pois move o músculo e o sangue
E a respiração incentiva.
O corpo se faz dançarino,
E o espírito peregrino
Sente a força que deriva.
5.
No século vinte, então,
As academias surgiram;
Pesos, barras e esteiras
O mundo inteiro assumiram.
Da ginástica ao judô,
Cada prática ensinou
Os que corpo e mente uniram.
6.
E o povo aprende o valor
De manter o corpo ativo,
Pois quem corre, salta e luta
Vive mais alegre e vivo.
E diminui a tensão,
Melhora o seu coração
E o pensamento criativo.
7.
Esporte é cura sutil,
De energia natural;
Oferece disciplina
E promove bem-estar total.
É medicina sem remédio,
Que afasta o medo e o tédio
Do viver emocional.
8.
E assim, neste caminhar
De saúde e evolução,
O esporte é grande mestre
Da força e da proteção.
Pois quem move o corpo inteiro
Cultiva no peito ligeiro
A paz da própria criação.
🥗 CAPÍTULO VI – ALIMENTAÇÃO E EQUILÍBRIO DA VIDA
1.
Outro caminho importante
Surge em cada geração:
É o saber milenar
Sobre a força da nutrição.
O que entra em nosso prato
É base, é sustento, é pacto
Com a vida e a digestão.
2.
Hipócrates já dizia,
Lá na Grécia do saber,
“Que o alimento seja o remédio
Que te ensina a florescer.”
Essa frase atravessou
O tempo e nos mostrou
Como o corpo deve ser.
3.
Mas só no século vinte
A ciência organizou
As vitaminas e nutrientes
Que o mundo todo estudou.
Proteína e carboidrato,
Ferro, cálcio, licopeno exato,
Cada um se revelou.
4.
Uma dieta equilibrada
Traz saúde ao coração,
Fortalece o sistema imune
E regula a digestão.
Frutas, legumes e grãos
São guardiões das nossas mãos
E da vida em expansão.
5.
A alimentação saudável
É remédio cotidiano:
Controla peso e pressão,
Evita o mal soberano.
E quem come com cuidado
Mantém firme o resultado
De viver de modo humano.
6.
Mas também é importante
Evitar o exagero ruim:
Muito sal, açúcar e gorduras
Trouxeram fim antecipado assim.
Por isso a ciência alerta
Que a comida mais aberta
É a que vem do próprio jardim.
7.
Cada cultura da Terra
Tem seu prato encantador:
Do milho indígena ao arroz
Que no Oriente tem valor.
E cada sabor é história,
É memória, é trajetória
Que aquece o interior.
8.
Alimentar é mais que ato,
É respeito ao próprio ser;
É honrar o corpo-templo
Que nos ajuda a viver.
Quem come com consciência
Cultiva a benevolência
E aprende mais a crescer.
🤖 CAPÍTULO VII – A TECNOLOGIA E O FUTURO DA SAÚDE
1.
No avanço dos tempos novos,
O saber humano cresceu;
Da invenção do microscópio
Outro mundo apareceu.
O invisível ficou claro,
E o estudo mais raro
Em ciência se fortaleceu.
2.
Surge então o raio-X,
Em mil oitocentos e noventa e cinco;
E o corpo, antes oculto,
Mostrou seu caminho distinto.
A máquina reveladora,
Em sua luz protetora,
Abriu o diagnóstico sucinto.
3.
Depois, na década de setenta,
A ressonância brilhou,
Mostrando tecidos profundos
Que o olhar jamais tocou.
Do cérebro ao coração,
Cada órgão, cada função,
A imagem inteira falou.
4.
O século vinte seguiu
Com precisão cirúrgica rara:
Robôs cortando com arte,
Sem mão pesada que dispara.
Da Vinci foi pioneiro,
E o gesto verdadeiro
Transformou bisturi em tiara.
5.
A telemedicina amplia
O cuidado além do lugar;
Do sertão ao grande centro
A consulta pode chegar.
Um toque no celular
E o médico vai escutar
Quem dele precisar.
6.
Na era dos algoritmos
A ciência ganha clarão;
A inteligência artificial
Analisa cada padrão.
Prediz risco, lê exame,
Vê o que o olho não sabe,
E apoia a decisão.
7.
Big data vira oráculo
Da saúde global inteira;
Registra, cruza, compara,
Mostra trilha verdadeira.
E a pesquisa acelerada
Traz cura inesperada
Numa luz pioneira.
8.
Assim, tecnologia e vida
Caminham lado a lado:
Do primeiro raio-X humilde
Ao futuro programado.
E a saúde agradece
O engenho que aparece
No tempo iluminado.
🌿 CAPÍTULO VIII – HARMONIA SOCIAL E PAZ INTERIOR
1.
Mas não basta ter remédio,
Ciência, planta ou oração;
A saúde também depende
Da força da relação.
Pois o ser humano é ponte,
É rio, é raiz, é fonte
De outra vibração.
2.
Desde que o mundo é mundo
A aldeia é proteção;
O lar, a roda de amigos
São muralhas do coração.
E quem vive em harmonia
Tem alma que irradia
Serenidade e união.
3.
A Organização Mundial da Saúde
No pós-guerra anunciou:
“Saúde é bem-estar social”,
E o planeta inteiro escutou.
Cuidar da mente e da emoção
É também libertação
Do mal que o tempo gerou.
4.
Do estresse que se acumula
Nas estradas da cidade
Nascem males invisíveis
Com força e ferocidade.
Mas a vida em comunhão,
Com abraço e ligação,
Tem poder de eternidade.
5.
O afeto cura feridas
Que remédio não alcança;
Reacende no peito a calma,
Restaura a esperança.
Pois quem vive em solidão
Sente frio no coração
E a alegria não avança.
6.
Comunidades que se ajudam
Têm saúde elevada;
Quem divide a caminhada
Tem jornada abençoada.
E a paz como semente,
Floresce no ambiente
De alma compartilhada.
7.
Família, amigos, vizinhos,
A tribo, a aldeia, o clã…
Cada laço é medicina,
É remédio que se irmana.
E quem vive em união
Reforça sua proteção
Na grande teia humana.
8.
Por isso, buscar saúde
É também buscar amor;
É viver em sintonia
Com o mundo ao redor.
É tecer, com alegria,
A paz que todo dia
Faz a vida ter valor.
📰ENCERRAMENTO
E assim meu canto termina,
Mas nunca cesso a lição:
De que o saber verdadeiro
Brotará do coração.
Pois ciência sem respeito
Gera sombra e divisão,
Mas ciência iluminada
É remédio e direção.
Entre remédios antigos,
E a força da tradição,
Caminha o povo da terra
Guardando ancestral visão.
E o futuro só floresce
Se houver justa união.
🌹EPÍLOGO POÉTICO
Seja a cura nossa mestra,
Seja a vida a professora.
Que o saber, quando é humilde,
Faz da dor uma lavoura.
Cada lágrima regada
Germina força e melhora.
Que os ventos levem meu canto
Para a oca sonhadora,
E que o sol dos ancestrais
Brilhe em cada leitora e leitora,
Pois quem lê com esperança
Vira luz transformadora.
⭐ NOTA DE FONTES RIMADA
Este cordel se ergue firme
Na vereda do saber,
Pois quem canta a voz da vida
Busca a fonte pra beber.
E aqui deixo registrado
Tudo aquilo que deu ser:
Do Figueiredo e Nascimento
Veio a força principal,
Pois História da Saúde e Doenças
É escrita sem igual.
Da ciência ao cotidiano,
Retrato vivo e real.
Do mestre Jean-Pierre Goubert,
Com olhar investigado,
História do Corpo ilumina
O viver já transformado.
Mostra o corpo e sua trilha,
Pelo tempo remoldado.
De Ujvari vem o eco
Das dores de gerações:
História das Epidemias,
Suas marcas e aflições.
Livro que guarda memórias
De antigas contaminações.
Do Ministério da Saúde,
A política a orientar:
A PNMPC, que inspira
Novos modos de cuidar.
Traz o natural como rota
Para o corpo equilibrar.
De Cunha e seus companheiros,
Estudo fino e sagaz:
Planta, uso e tradição,
Ciência que nunca se desfaz.
Mostrando ao povo que a erva
Tem valor que é sempre eficaz.
E de Machado, o espírito
Que investiga e que assoma:
Em Danação da Norma vemos
A psiquiatria que se toma
Como força e estrutura
Da medicina que se entronca.
Assim registro as fontes
Que ajudaram a tecer
Cada verso, cada rima,
Cada ato de saber.
Pois cordel é ponte viva
Entre estudo e bem-viver.
📒FICHA TÉCNICA
Título: A Evolução da Saúde, da Ciência e da Vida
Gênero: Cordel Poético Descritivo
Autor: Nhenety Kariri-Xocó
Assistência Literária: Assistente Virtual ChatGPT
Revisão e Curadoria: Nhenety Kariri-Xocó
Edição: Digital Especial
Estudos preliminares: Nhenety Kariri-Xocó e Google Gemini
Pré-projeto: Nhenety Kariri-Xocó e ChatGPT ( OpenAI )
Local: Porto Real do Colégio – AL
Ano: 2025
Produção Editorial: KXNHENETY.BLOGSPOT.COM
EPÍLOGO FINAL
A obra agora repousa,
Mas seu espírito caminha.
Porque todo verso vivo
Tem raiz que não definha.
E o leitor que segue adiante
Leva a cura que ilumina.
Que cada capítulo inspire
Quem habita essa modinha,
Pois cordel é ponte aberta,
É trilha, chão e adivinha,
E quem lê com alma acesa
Faz do mundo uma oficina.
QUARTA CAPA POÉTICA
Neste cordel se entrelaçam
Saberes da humanidade:
A cura, a força da vida
E a busca pela verdade.
Da erva ao medicamento,
Da reza à tecnologia,
Da fome ao equilíbrio,
Da luta à sabedoria.
É viaggio pelo tempo,
Da ciência à tradição,
Onde o corpo encontra o espírito
E a mente ganha visão.
Obra feita com respeito,
Coração e inspiração.
Leitor, siga nessa trilha
E receba minha saudação.
SOBRE O AUTOR
Nhenety Kariri-Xocó
Filho do povo Kariri-Xocó de Porto Real do Colégio (AL),
contador de histórias da tradição oral e escrita,
guardião da memória ancestral e
pesquisador dos caminhos simbólicos da vida.
Sua obra une o antigo e o moderno,
honrando seus ancestrais e
fortalecendo a identidade de seu povo.
Escreve para que os mais jovens
conheçam suas raízes
e para que o mundo reconheça
a grandeza da cultura indígena brasileira.
SOBRE A OBRA
Este cordel apresenta uma jornada pela saúde,
pela ciência, pela espiritualidade e pelo viver humano.
De forma poética, aborda as origens dos remédios,
a química, a medicina, o esporte, a alimentação,
a tecnologia e a paz interior.
É um encontro entre tradição ancestral
e conhecimento contemporâneo.
A obra busca inspirar reflexões
sobre o equilíbrio da vida
e o futuro da cura,
celebrando a união
entre Saberes Antigos e Ciência Moderna.
Autor: Nhenety Kariri-Xocó

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