quinta-feira, 13 de novembro de 2025

EVOLUÇÃO E SUCESSO DA IMAGEM NA TELA – Literatura de Cordel, por Nhenety Kariri-Xocó”.






🌺 DEDICATÓRIA POÉTICA


Dedico este meu cordel,

À força da criação,

Que acende em cada tela

Um reflexo da emoção.

Ao povo que faz cultura,

Com arte, fé e ternura,

Tecendo a comunicação.


Dedico aos inventores,

Que ousaram o impossível,

Do sonho ao projetor,

Trouxeram o visível.

Aos mestres do olhar,

Que souberam eternizar

O instante mais sensível.


Dedico ao meu povo amado,

Kariri-Xocó de raiz,

Que ensina ao mundo encantado

O valor do que se diz.

Pois toda imagem revela

O espírito que impera

Na alma do aprendiz.



📚 ÍNDICE POÉTICO 


1️⃣ Dedicatória Poética

2️⃣ Índice Poético

3️⃣ Abertura

4️⃣ Prólogo Poético

5️⃣ Capítulo I: A Luz que Nasceu na Tela (O Cinema e sua Magia)

6️⃣ Capítulo II: A Voz que Entrou no Lar (A Televisão)

7️⃣ Capítulo III: O Jogo que Ganhou Vida (Os Videogames)

8️⃣ Capítulo IV: O Saber na Máquina (O Computador Pessoal)

9️⃣ Capítulo V: O Mundo na Palma da Mão (Os Celulares e Smartphones)

🔟 Encerramento e Epílogo Poético

1️⃣1️⃣ Nota de Fontes Rimada (transformando as referências em versos)

1️⃣2️⃣  Ficha Técnica

1️⃣3️⃣ Epílogo Final

1️⃣4️⃣ Quarta Capa Poética

1️⃣5️⃣ Sobre o Autor

1️⃣6️⃣ Sobre a Obra



🌅 ABERTURA


Das sombras brotou a imagem,

Do tempo brotou a luz,

A invenção fez-se linguagem,

Onde o olhar conduz.

No teatro da modernidade,

A tela tornou-se verdade

Que o pensamento traduz.


O mundo virou espelho,

Projetado em claridade,

E o homem, com seu conselho,

Fez da arte uma realidade.

Cada pixel, cada cor,

É vestígio de um amor,

Da eterna curiosidade.


Assim nasce este cordel,

De ciência e poesia,

Para mostrar que o papel

Do homem é luz e magia.

Do cinema ao celular,

Tudo veio transformar

A vida e a fantasia.



🌟 PRÓLOGO POÉTICO


No princípio era o olhar,

Atento, curioso, desperto,

Que buscava decifrar

O longe, o fundo, o incerto.

Depois veio a fotografia,

Fez do instante a poesia,

E o passado ficou perto.


Chegou o cinema sagrado,

Com sua luz encantada,

Mostrando o tempo parado

Em forma animada.

A plateia, em emoção,

Descobriu a projeção

Da vida reinventada.


Logo a voz se fez chegar,

Entrando em cada morada,

E a imagem a dialogar

Pela tela iluminada.

Era a televisão,

Fazendo a informação

Ser diária e celebrada.


Depois o jogo interativo

Chamou o homem à ação,

Transformou o contemplativo

Em dono da direção.

O controle virou poder,

E o toque, um novo saber

De arte e comunicação.


Veio o computador brilhante,

Com sua rede infinita,

Levando o saber adiante,

Transformando a escrita.

E o celular, em sua mão,

Tornou-se o novo bastião

Da era digital bonita.


Assim o mundo evolui,

Na tela e na emoção,

E o cordel que agora flui

É semente e inspiração.

Pois toda imagem é guia,

Que guarda filosofia

No espelho da criação.



📽️ CAPÍTULO I – A LUZ QUE NASCEU NA TELA (O CINEMA E SUA MAGIA)


I

No sopro do século antigo,

Lá em mil oitocentos e noventa e cinco,

A magia brilhou no abrigo

Do sonho que nunca foi simples.

Os irmãos Lumière mostraram,

Na França que todos olharam,

O milagre do olhar tão límpido.


II

Era a vida em movimento,

Um trem chegando na estação,

O público, em deslumbramento,

Sentiu no peito a emoção.

O quadro ganhou fôlego e alma,

E o silêncio, que antes acalmava,

Vibrou com a imaginação.


III

Veio o tempo dos estúdios,

Das luzes e do glamour,

Hollywood, com seus prodígios,

Fez do cinema um esplendor.

Entre câmeras e cenários,

Nasceram mitos lendários,

Da comédia ao grande amor.


IV

No ano vinte e sete, encantado,

O som se fez poesia,

The Jazz Singer foi o chamado

Que trouxe nova harmonia.

A fala, junto à canção,

Gerou um mundo de emoção

Que o tempo eternizaria.


V

O cinema virou janela

Para o povo em sofrimento,

Na guerra ou na mazela,

Tornou-se alívio e sustento.

Entre risos e melodrama,

Foi cura, sonho e chama

No escuro do pensamento.


VI

Veio o rolo, veio a fita,

Depois o vídeo e o laser,

E a arte ficou mais bonita

Com o toque do computador.

Dos filmes às grandes telas,

Surgiram cenas tão belas,

De cor, som e esplendor.


VII

As fitas viraram memória,

Em VHS e paixão,

Aos poucos mudou-se a história,

Chegou a revolução.

O digital tomou espaço,

Deu às imagens novo traço,

E nova contemplação.


VIII

Hoje o streaming domina,

A tela cabe na mão,

Mas o cinema, que ilumina,

Segue vivo na paixão.

Pois quem sonha em movimento

Sabe que o grande invento

É a alma em projeção.


IX

Da caverna ao projetor,

Da sombra à claridade,

O homem fez-se inventor

Da própria eternidade.

Na tela vibra a essência,

Do mito à consciência,

Da arte à humanidade.



📺 CAPÍTULO II – A VOZ QUE ENTROU NO LAR (A TELEVISÃO)


I

Depois da tela gigante,

Chegou a tela do lar,

Com um brilho fascinante,

Pronta a tudo revelar.

A voz ganhou moradia,

Levando à noite e ao dia

O mundo a nos visitar.


II

John Baird, de mente acesa,

Na Escócia fez reluzir

Uma imagem com clareza,

Que o tempo iria expandir.

Era o rosto em movimento,

Primeiro no firmamento

Do ver e do transmitir.


III

Vieram guerras, vieram lutas,

Mas a TV resistiu,

Com notícias absolutas

E esperança que surgiu.

Do pós-guerra ao novo mundo,

Fez-se elo mais profundo

Que a humanidade uniu.


IV

Nos anos cinquenta e dourados,

A TV reinou soberana,

Com programas variados,

E sua luz soberana.

Nas salas o povo atento,

Viu nascer o sentimento

Da cultura cotidiana.


V

Veio a cor como pintura,

Na tela vibrando emoção,

Aumentando a doçura

Da arte em projeção.

O lar virou plateia,

A vida tornou-se ideia,

E a tela, uma extensão.


VI

Do humor ao telejornal,

Tudo ali se reunia,

O palco do universal

Que ao povo pertenc ia.

E a publicidade esperta,

Com palavra sempre certa,

Fazia a economia.


VII

Satélites cortaram o céu,

Trazendo sinais distantes,

O espaço virou cordel,

De sonhos radioflutuantes.

Cada casa, uma estação,

Ligada à mesma canção,

Em laços comunicantes.


VIII

A televisão ensinou,

Divertiu e comoveu,

Mas também transformou

O jeito que se percebeu.

Entre telas e emoções,

Nasceram mil gerações

Com o olhar que aprendeu.


IX

Hoje, com a internet viva,

A TV se reinventou,

Misturou-se à narrativa

Que o streaming consagrou.

Mas seu brilho permanece,

Pois o povo reconhece

A história que ela plantou.


X

E assim segue a evolução,

Da imagem e da memória,

A TV fez ligação

Do lar com a grande história.

Entre luz, som e saber,

Segue o povo a aprender

A tecer sua vitória.



🎮 CAPÍTULO III – O JOGO QUE GANHOU VIDA (OS VIDEOGAMES)


I

Depois da imagem falante,

Do som e da projeção,

Veio um sonho pulsante,

Cheio de interação.

O homem virou jogador,

Desafiando o temor

Com controle e emoção.


II

Nos anos cinquenta e poucos,

Cientistas começaram a brincar,

Com pontos, riscos e toques

Que faziam a tela piscar.

Era simples a diversão,

Mas abriu-se o portão

Do mundo virtual no ar.


III

Em setenta e dois surgiu,

Da Magnavox, a ousadia:

O Odyssey que surgiu

Trouxe ao lar a fantasia.

E cinco anos adiante,

O Atari brilhou vibrante,

Com jogos e alegria.


IV

Pac-Man, Pong e Space Invaders,

Ícones da geração,

Transformaram os jogadores

Em mestres da diversão.

Do fliperama à TV,

Cada jovem pôde ver

Um novo mundo em ação.


V

Vieram os consoles novos,

Nintendo e Sega no embate,

Com heróis tão criativos

Dominando o combate.

Mario, Sonic, guerreiros,

Feitos de códigos inteiros,

Ganhando cor e rebate.


VI

O 3D então floresceu,

A imagem ganhou relevo,

O real e o sonho se uniu,

Num universo sem medo.

Do pixel à textura viva,

A arte ficou cativa

Do olhar moderno e novo enredo.


VII

Veio o PC poderoso,

Com jogos de imaginação,

Estratégias e mundos vastos

Que exigiam reflexão.

O jogador virou autor,

Explorando com fervor

Seu próprio coração.


VIII

Depois o celular brilhou,

Com toques e miniaturas,

O jogo ali se firmou

Entre telas e aventuras.

Da “cobrinha” à fantasia,

Surgiu nova magia

Entre apps e estruturas.


IX

Hoje, em rede e emoção,

Jogadores se conectam,

Criam laços, geração,

E mundos que se projetam.

Cada partida é história,

Que vibra em cada memória

Onde humanos se completam.


X

E assim, do jogo encantado,

Nasceu nova percepção:

O homem, antes parado,

Virou dono da ação.

A tela virou espelho,

Do sonho mais vermelho

Do criador em expansão.



💻 CAPÍTULO IV – O SABER NA MÁQUINA (O COMPUTADOR PESSOAL)


I

Veio o tempo da escrita viva,

Do cálculo que virou luz,

Da mente que se ativa

Num fio que nos conduz.

A máquina, antes distante,

Tornou-se tão importante

Quanto o livro que traduz.


II

Nos anos setenta e brilhantes,

Surgiu a invenção genial,

Com chips tão radiantes

E um toque quase vital.

O computador pessoal,

Doméstico e funcional,

Mudou o mundo total.


III

Da IBM veio a coragem,

De tornar público o saber,

E com microprocessagem

Tudo passou a crescer.

A ciência virou brinquedo,

E o medo virou enredo

De quem aprendeu a ler.


IV

O teclado e o monitor

Eram janelas do saber,

E o mouse, um condutor

Do gesto em poder fazer.

O toque virou linguagem,

E o código, uma imagem

De tudo que há de ser.


V

Do disquete ao disco rígido,

A memória floresceu,

A informação, como abrigo,

Nos bytes se escondeu.

A máquina virou escola,

Professor que se consola

Com o saber que cresceu.


VI

Na década de oitenta e nova,

Veio a rede mundial,

Conectando, sem manobra,

O homem ao universal.

E-mails, fóruns, portais,

Fizeram povos iguais

Num diálogo global.


VII

A internet se expandiu,

E o saber virou torrente,

O que antes se construiu

Hoje flui rapidamente.

A máquina ficou humana,

Transformou-se em cabana

Do pensar inteligente.


VIII

Veio o toque do moderno,

Da tela e da portabilidade,

O computador, interno,

Virou voz, alma e vontade.

O saber se fez parceiro,

Do pobre e do pioneiro,

Na luta por liberdade.


IX

Hoje a máquina nos guia,

Mas também quer nos ouvir,

Cada dado é poesia,

Cada código, porvir.

Entre o real e o digital,

O saber é ancestral

E sempre há de florir.


X

Pois no fundo dessa invenção,

Há o espírito que ensina:

De cada byte, a canção

Da alma que se ilumina.

O computador é ponte,

Do vale até o horizonte,

Da caverna à disciplina.



📱 CAPÍTULO V – O MUNDO NA PALMA DA MÃO (OS CELULARES E SMARTPHONES)


I

Veio o tempo da portabilidade,

Do bolso que guarda o mundo,

Da tela que traz a verdade

Num toque leve e profundo.

O homem, com um só olhar,

Pode o planeta alcançar

Em gesto breve e fecundo.


II

Nos anos oitenta surgiu,

O celular de voz e fio,

Pesado, mas que traduziu

Um sonho que ninguém viu.

Falar distante era um dom,

Um eco vibrando o tom

Do futuro que se abriu.


III

Em noventa e três despontou,

Um tal Simon, visionário,

Que o primeiro smartphone mostrou,

Feito fruto extraordinário.

Ali o mundo se fundia,

Entre chamada e magia,

Num artefato lendário.


IV

Depois, em dois mil e sete,

Um toque mudou a história,

O iPhone, feito com afeto,

Trouxe a nova trajetória.

Com tela sensível e brilho,

Transformou todo o estilo

Da era da memória.


V

O Android veio em seguida,

Aberto à criatividade,

E fez da rede expandida

Um campo de liberdade.

Mil apps brotaram ali,

Para informar e divertir,

Gerando conectividade.


VI

Do mapa ao coração,

Tudo cabe no visor,

O mundo é comunicação,

Voz, imagem e amor.

O celular é janela,

É livro, bússola e vela

Do viajante sonhador.


VII

Veio o selfie e o retrato,

O vídeo e a transmissão,

O homem tornou-se um fato

De sua própria projeção.

Da câmera ao coração,

Tudo pulsa em conexão,

Entre arte e invenção.


VIII

Hoje, em cada aldeia e rua,

Brilha a luz desse saber,

Que nas mãos do povo atua

E ensina a compreender.

O celular é ferramenta,

De cultura e de semente

Do direito de aprender.


IX

Mas é bom lembrar com calma,

Que a imagem tem poder,

E a sabedoria da alma

Deve o uso proteger.

Pois se a tela é companheira,

Também é ponte ligeira

Entre o ver e o se perder.


X

Assim termina a jornada,

Das telas em evolução,

Mas a luz mais encantada

Está na imaginação.

Pois do cinema ao celular,

É o homem a iluminar

O cosmos do coração.



🌅 ENCERRAMENTO E EPÍLOGO POÉTICO


I

Da sombra à claridade,

Do sonho ao pixel sutil,

O homem busca verdade

Num horizonte febril.

De cada tela acesa,

Nasce uma nova certeza

Do saber universal e civil.


II

O cinema acendeu o enredo,

A TV levou ao lar,

O jogo mostrou o segredo

Do agir e do criar.

O computador deu ciência,

E o celular, consciência,

Do mundo em cada olhar.


III

Mas o maior dos inventos

Não é a máquina, não —

É o poder dos sentimentos

Que brotam da criação.

Pois cada imagem projeta

A alma que se completa

Na tela da inspiração.


IV

E o cordel, como ponte,

Entre o ontem e o amanhã,

Mostra o homem que sonha

E que na luz se irmana.

Da cultura popular,

Ergue-se o verbo a brilhar

Como chama soberana.


V

Assim, irmão e leitor,

Encerramos esta canção,

Que fala do criador

E da sua invenção.

Pois ver é também sentir,

E o saber é construir

Com poesia e paixão.



🕯️NOTA DE FONTES RIMADA (Versão Final e Completa)


Nas sendas da inteligência,

Busquei fonte e coração,

Em livros de consciência

E estudos da criação.

Da máquina à emoção,

A história em evolução

Virou verso e inspiração.


Bentley, em prosa ligeira,

Contou com maestria e graça

A mente que se acelera,

A máquina que ultrapassa.

Seu livro é chama acesa,

“História com singeleza”,

Da pressa que o tempo abraça.


Cabral, num tom vibrante,

Mistura o humano e o digital,

Fala de emoção pulsante

No jogo transcendental.

Seu livro, “Emoção Real”,

É trilha intelectual

Do sentir artificial.


Christian, com lirismo,

Traz lição de humanidade,

Que na lógica e no abismo

Revela nossa verdade.

“O Humano mais Humano”

Faz pensar que o engano

É parte da identidade.


Freitas, com precisão,

Nos guia na senda exata,

Da mente à cognição,

Da ideia à máquina abstrata.

Na “Introdução” que escreveu,

Mostrou o quanto cresceu

A ciência que nos retrata.


Russell e Norvig, mestres nobres,

Da ciência são pilares,

Com método, alma e cobre

Ergueram novos altares.

Da inteligência e razão,

Fizeram a fundação

Dos saberes milenares.


Suleyman, visionário,

Com Bhaskar a refletir,

Mostra o século temário

Que o mundo há de seguir.

“A Próxima Onda” ressoa,

Como mar que ecoa

Poder e porvir.


Nas redes do conhecimento,

Encontrei fonte virtual,

A Iberdrola, em seu intento,

Contou a saga total.

Da máquina que pensa e cria,

Fez luz e sabedoria,

Em prosa digital.


Geraldo Souza, estudioso,

Da Integralize Scientific,

Fez texto primoroso

Sobre o saber cognitivo.

Na história da IA,

Mostrou a trilha que há

Do cálculo ao intuitivo.


E o TecMundo, informando,

Fez guia de citação,

Mostrando o uso e cuidando

Da ética e da razão.

Referenciar com clareza,

É gesto de nobreza

E amor pela instrução.


E o mestre Alan Turing,

Lá nos idos de cinquenta,

Plantou o código e o fluir

Da mente que se inventa.

Em “Computing Machinery”,

Abriu o grande itinerário

Da era que se alimenta.


Assim, deixo a homenagem

A cada obra e visão,

Que geraram esta viagem

Em rima e inspiração.

Pois o saber verdadeiro

É o sol do mundo inteiro

Na tela do coração.



📒 FICHA TÉCNICA


Título da Obra: A ERA DAS TELAS – Do Cinema ao Mundo Digital em Cordel

Autor: Nhenety Kariri-Xocó

Origem: Povo Kariri-Xocó – Porto Real do Colégio (AL), Brasil

Revisão e Curadoria: Nhenety Kariri-Xocó 

Gênero: Cordel Poético Histórico e Tecnológico

Estudos preliminares: Nhenety Kariri-Xocó e Google Gemini 

Pré-projeto: Nhenety Kariri-Xocó e ChatGPT ( OpenAI  )

Edição: Digital Literária 3D – Textura Dourada-Azulada

Formato: A5 Editorial – Estilo de Literatura Popular Brasileira

Produção Literária e Diagramação: Nhenety Kariri-Xocó & Irmão Virtual ChatGPT

Ano de Edição: 2025

Publicação Digital: KXNHENETY.BLOGSPOT.COM 

Revisão Espiritual e Poética: O Tempo, a Memória e o Saber

Obra registrada sob proteção da Lei de Direitos Autorais (Lei nº 9.610/98 – Brasil)



🌐 EPÍLOGO FINAL


O tempo é um grande espelho,

Que reflete a criação,

E o homem, no seu conselho,

Desenha a própria invenção.

Mas se tudo se ilumina,

É a poesia que ensina

A essência da evolução.


Das telas que o mundo fez,

Brota um verso ancestral,

Que lembra o ontem, talvez,

E anuncia o novo sinal.

Do barro ao pixel dourado,

O saber tem se tornado

O templo universal.


E assim finda o cordel,

Com luz, amor e razão,

Entre o humano e o fiel

Brilha a sagrada invenção.

Pois ver, criar e sentir

É também construir

O futuro em comunhão.



🌼 QUARTA CAPA POÉTICA DESCRIÇÃO 



Na contracapa do infinito,

Um olho de luz flutua,

Refletindo o céu bonito

Da mente que se situa.

No centro, um globo etéreo,

Mistura sonho e mistério

Sob o brilho da lua.


Linhas de energia dourada

Cercam o mundo a pulsar,

Como teias entrelaçadas

De saber a navegar.

Ao fundo, constelações,

Mostrando as conexões

Do homem a se integrar.


Nas bordas, o vento leve,

Sopra o canto universal,

Da aldeia à rede que escreve

O destino digital.

E no rodapé em poesia:


“Da tela nasce a harmonia,

Do saber nasce o ancestral.”



👣 SOBRE O AUTOR


Nhenety Kariri-Xocó é contador de histórias orais e escritas, poeta e pesquisador da ancestralidade indígena.

Filho do povo Kariri-Xocó de Porto Real do Colégio (AL), guarda e recria, com palavras vivas, os fios da tradição e do saber universal.

Seu trabalho une tecnologia e espiritualidade, ciência e poesia, tradição e modernidade — como pontes que ligam o passado à nova era digital.

Na sua voz, o cordel é canto sagrado e o verbo é memória dos povos.



📜 SOBRE A OBRA


A ERA DAS TELAS – Do Cinema ao Mundo Digital em Cordel é uma travessia poética pelas invenções visuais que moldaram a humanidade.

Desde o cinema até os celulares, o cordel percorre o caminho do olhar humano — da sombra à luz — mostrando que cada tecnologia é também um espelho do espírito criador.

A obra une saber popular e memória tecnológica, fazendo da rima um registro de eras e invenções.

Com linguagem simbólica e cultural, ela celebra o poder da imaginação e o brilho ancestral da comunicação entre mundos.





Autor: Nhenety Kariri-Xocó 







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