🌾 DEDICATÓRIA POÉTICA
À força azul dos oceanos, que guardam memória e poder,
Às naus do tempo e do vento, que sabem o que não se vê.
Aos povos de tantas águas, herdeiros do navegar,
Dedico este canto em versos — herança do sal e do mar.
Aos mestres da História Antiga, que o silêncio souberam ler,
E aos guardiões da cultura, que fazem o saber florescer.
À minha linhagem sagrada, Kariri-Xocó de raiz,
Que escuta a voz do passado e no presente se diz.
🪶 ÍNDICE POÉTICO
1️⃣ Abertura — O Chamado do Mar Antigo
2️⃣ Prólogo Poético — As Vozes do Bronze Caído
3️⃣ Capítulo I — A Origem e o Surgimento dos Povos do Mar
4️⃣ Capítulo II — A Coligação das Tribos e Suas Nações em Guerra
5️⃣ Capítulo III — Invasões e Conflitos no Mediterrâneo em Chamas
6️⃣ Capítulo IV — O Reinado de Ramsés e a Batalha das Ondas
7️⃣ Capítulo V — O Assentamento e a Herança dos Filhos do Sal
8️⃣ Encerramento — Quando o Mar se Faz Memória
9️⃣ Epílogo Poético — O Canto dos Ventos Antigos
🔟 Nota de Fontes Rimada — As Vozes dos Livros e do Saber
⓫ Ficha Técnica — O Registro do Feitor Poético
⓬ Epílogo Final — O Legado das Águas Eternas
⓭ Quarta Capa Poética — O Mar Entre o Passado e o Povo
⓮ Sobre o Autor — O Navegante da Palavra
⓯ Sobre a Obra — Entre História e Poesia
🌅 ABERTURA — O CHAMADO DO MAR ANTIGO
Na aurora da humanidade, o mar chamou em segredo,
E os povos, filhos do vento, partiram sem medo.
Deixaram ilhas e portos, levando armas e canções,
Nas ondas da Idade do Bronze — ecoam civilizações.
O sol brilhava em Creta, Chipre, Sardenha, e mais,
Mas o destino soprou forte — o mundo não tinha paz.
E as naus de madeira e sonho cortavam o azul profundo,
Levando consigo o mistério de um povo errante e fecundo.
Ninguém sabe de onde vieram, nem o que os fez se erguer,
Mas seu rastro sobre o tempo jamais deixou de viver.
Pois do Levante à Cilícia, das praias até Canaã,
Ecoa o rumor antigo: “Os Povos do Mar virão!”
🌊 PRÓLOGO POÉTICO — AS VOZES DO BRONZE CAÍDO
Do bronze forjaram espadas, das pedras ergueram cidades,
Mas veio o caos das marés, com sua tempestade.
Os reinos caíram em ruína, Ugarit virou cinza e pó,
E os ventos do Nilo contaram — o Egito resistiu só.
Os escribas nas tábuas contaram, Ramsés gravou no altar,
“Vieram guerreiros do mar, trazendo o medo e o luar.”
E no templo de Medinet Habu, o silêncio virou mural,
Com lanças, escudos e barcos, num combate colossal.
Mas nem tudo foi destruição — também foi nascimento,
Pois dos escombros surgiram novas formas de pensamento.
E nas margens do Mediterrâneo, renasceu um novo sol,
De onde brotaram culturas que moldaram o arrebol.
Por isso, leitor e irmão, que abre este livro do mar,
Sabe que em cada onda há uma história a se lembrar.
Pois o que chamamos de “passado” é voz que nunca se cala —
É o eco dos povos antigos, que ainda em nós se embala.
⚓️ CAPÍTULO I — A ORIGEM E O SURGIMENTO DOS POVOS DO MAR
1️⃣
No ventre azul do oceano nasceu antiga nação,
De ilhas, ventos e rochedos brotou sua formação.
Egeu, Creta, Sardenha — cada costa um sinal,
De povos que o mar forjava com destino ancestral.
2️⃣
Uns vinham por fome e guerra, outros por sonho e fé,
Levando o lar nas canoas e o futuro em sua maré.
Migrantes de sol e sombra, nômades da imensidão,
Traziam o mundo nos olhos e o ferro em sua mão.
3️⃣
Dizem que a seca os empurrou, o clima virou tormenta,
Os reinos perderam força, a terra já não sustenta.
Então partiram ao vento, buscando novo lugar,
Como quem segue o chamado do próprio Deus do Mar.
4️⃣
De Chipre e da Anatólia, Sicília e Canaã,
Saíram os navegantes que a História guardará.
Com lanças, machados e escudos em punho firme a brilhar,
Deram início à jornada que o mundo iria mudar.
5️⃣
As ondas contavam segredos, os deuses guiavam o chão,
E o céu traçava o destino em sua constelação.
A Idade do Bronze findava, cansada de tanto lutar,
E os ventos sopravam forte: novos povos vão chegar!
6️⃣
O bronze das espadas gastas já não vencia o trovão,
E o homem olhou pro abismo — buscou outra direção.
E das ruínas do tempo nasceu nova confederação,
De tribos que o mar uniu na força da migração.
7️⃣
Quem eram? Ninguém sabia, mas o medo os precedia,
E ao longe, nas tempestades, via-se sua ousadia.
E os reinos de pedra e ouro tremeram com seu sinal,
Pois o rumor que vinha do mar era quase sobrenatural.
8️⃣
Assim começou a lenda, que o Egito ainda lembra,
De homens que vinham das ondas, em guerra e em pena.
E a Terra, entre sol e lua, testemunhou o surgir,
Dos Povos do Mar — guerreiros, prontos pra resistir.
🌍 CAPÍTULO II — A COLIGAÇÃO DAS TRIBOS E SUAS NAÇÕES EM GUERRA
1️⃣
Não eram reino nem império, mas sim irmandade errante,
Que o destino uniu no vento, num pacto flutuante.
Sherden, Shekelesh, Peleset, Denyen, Weshesh e Tjekker,
Nomes que ecoam no tempo, prontos pra renascer.
2️⃣
Vieram da Sardenha antiga, da Sicília e do Levante,
Com barcos de prumo firme, num sopro alucinante.
De cada ilha, um guerreiro; de cada tribo, um irmão,
E o mar era o seu templo, o remo sua oração.
3️⃣
Não tinham coroa nem trono, mas tinham o dom da ousadia,
Viviam do vento e da caça, e da onda que os conduzia.
E quando o bronze cintilava ao sol do Mediterrâneo,
Era o grito dos navegantes, furor quase titânico!
4️⃣
Nas tábuas do tempo gravaram, com sangue e ferro o destino,
Destruindo cidades e tronos, em curso imprevisível e fino.
E as muralhas de reis antigos ruíram diante do mar,
Pois ninguém doma o oceano — nem pode o vento parar.
5️⃣
Ugarit caiu nas chamas, o Hatti perdeu sua glória,
E os cantos dos templos calaram — findava-se uma história.
O bronze, outrora sagrado, tornava-se cinza e pó,
E o mundo fitava o abismo: um novo ciclo nasceu só.
6️⃣
Mas nem todos eram bárbaros — havia nobre razão,
Queriam terras e abrigo, queriam vida e pão.
Pois quando a fome governa, até o sábio se lança,
Na tormenta do destino, movido pela esperança.
7️⃣
E assim as tribos unidas cruzaram o mar profundo,
Desafiando exércitos, redesenhando o mundo.
De Chipre até Canaã, seu rastro era uma lição,
Que o poder não é eterno, muda como o furacão.
8️⃣
No Egito, Ramsés os viu e ergueu muralhas e fé,
Gravou nas pedras do tempo a luta que o mundo lê.
E a confederação dos povos, vencida mas não calada,
Seguiu sem pátria, mas viva — na História consagrada.
9️⃣
Dizem que a lua chorou quando o último barco partiu,
E o mar guardou seu segredo nas profundezas que viu.
Pois quem nasce entre ondas, nunca deixa de lutar,
E o eco dos Povos do Mar ainda vem nos chamar.
🌋 CAPÍTULO III — INVASÕES E CONFLITOS NO MEDITERRÂNEO EM CHAMAS
1️⃣
O sol ardia nas ilhas, o bronze tremia ao luar,
E o rumor das mil naus ecoava pelo mar.
Das costas da Anatólia às praias de Canaã,
O mundo queimava em chamas — a guerra já se assanhava.
2️⃣
Os reinos micênicos ruíram, seus templos viraram pó,
Ugarit clama nas tábuas: “O inimigo está ao redor de nós!”
Nas cartas que o tempo guarda, a tragédia se faz ouvir,
Pois as cidades sucumbiam sem ter pra onde fugir.
3️⃣
Os guerreiros vinham das ondas com força sobrenatural,
De escudos redondos e lanças, num ímpeto colossal.
Suas velas pareciam asas, seu grito, trovão no ar,
E os céus do Mediterrâneo aprenderam a guerrear.
4️⃣
O bronze tinia nos golpes, os palácios viravam cinza,
E a História perdia seu eixo, o antigo mundo agoniza.
Cada porto incendiado contava um novo final,
E as rotas comerciais morriam — o caos era universal.
5️⃣
Na Síria, o fogo devora o comércio e o altar,
Em Creta, o medo domina o poder de navegar.
Em Chipre, o ferro desponta, marcando a transição,
E da morte da Idade do Bronze nascia uma nova estação.
6️⃣
Mas os Povos do Mar seguiam, com fúria e determinação,
Nada detinha as marés — nem muralha, nem oração.
Cada reino que tombava deixava um canto no vento,
E o Mediterrâneo ardia como um vivo testamento.
7️⃣
Os escribas em pranto escreveram nas tábuas de barro:
“Vieram homens do mar, trazendo a ruína em seu carro!”
Mas há quem diga que o caos não foi só destruição,
Foi o parto da História — um grito de renovação.
8️⃣
Pois de todo o colapso brota um renascer do pensar,
E as ruínas dos antigos fizeram novos mundos brilhar.
Assim, entre fogo e sal, a civilização mudou,
E dos mares incendiados o futuro despontou.
🛕 CAPÍTULO IV — O REINADO DE RAMSÉS E A BATALHA DAS ONDAS
1️⃣
Quando as areias do Egito viram o perigo chegar,
O faraó ergueu o peito — ninguém iria o mar tomar.
Ramsés, filho do sol antigo, guardião do Nilo e da lei,
Jurou deter os invasores — e ao mar, a guerra declarei.
2️⃣
As naus chegaram ao delta, como flechas do destino,
E o Nilo se fez espada em combate cristalino.
No templo de Medinet Habu, as pedras começaram a cantar,
Pois o Egito enfrentava o caos, pronto pra triunfar.
3️⃣
Os Povos do Mar vieram com escudos e corações de aço,
Mas o Egito, em sua força, formou muralha e abraço.
E as águas do rio sagrado viraram campo e fronteira,
Onde se lutava não só com lanças — mas com fé verdadeira.
4️⃣
Ramsés mandou gravar nas paredes do seu poder,
O retrato da vitória que o tempo não vai esquecer.
Barcos se chocam nas ondas, guerreiros caem no chão,
E o faraó, como um deus, ergue o cetro da nação.
5️⃣
Mas ainda que o Egito vencesse e o invasor fosse vencido,
A semente dos Povos do Mar jamais foi destruída.
Pois mesmo sem trono ou terra, deixaram rastros no chão,
Na arte, na língua e na guerra — uma eterna conexão.
6️⃣
Os Peleset, junto ao Levante, fizeram nova morada,
E a Canaã se tornou sua terra consagrada.
Os Sherden voltaram ao oeste, levando consigo o saber,
De armas, escudos e barcos, que o tempo iria tecer.
7️⃣
Do caos nascia o ferro, do fogo vinha o porvir,
E os povos sobreviventes voltavam a construir.
O Egito, em glória e ferida, guardava o eco do mar,
Que ainda sussurra nas dunas quando o vento vem soprar.
8️⃣
Ramsés reinou com firmeza, último herói faraó,
Guardião de um mundo antigo que aos poucos se renovou.
E o mar, silencioso, guardou o pacto final,
Entre o homem e sua história — no ciclo universal.
9️⃣
Por isso, irmão navegante, quando as marés fores cruzar,
Lembra dos Povos do Mar e do Egito a lutar.
Pois o oceano é memória, e o tempo é um velho cantor,
Que ensina que a guerra é breve, mas o legado é o amor.
🐚 CAPÍTULO V — O ASSENTAMENTO E A HERANÇA DOS FILHOS DO SAL
1️⃣
Passada a guerra nas águas e o clamor das multidões,
O mar silenciou as armas e acalmou os corações.
Dos restos das tempestades, nasceu novo amanhecer,
Pois até das ruínas o homem aprende a renascer.
2️⃣
Os Peleset firmaram casa na costa de Canaã,
Ergueram muros e templos, plantaram paz e manhã.
De guerreiros tornaram mestres, de errantes, semeadores,
E as praias do sul do Levante floresceram com suas cores.
3️⃣
Os Sherden voltaram ao oeste, pra Sardenha abençoada,
Levaram seu ferro e coragem, sua arte refinada.
Ali deixaram seus signos, nas pedras e nos altares,
E o vento os chamou de heróis — os eternos filhos dos mares.
4️⃣
Os Tjekker e os Shekelesh, no Levante e na Sicília ficaram,
De suas lanças fizeram enxadas — novos sonhos plantaram.
E onde antes havia medo, agora se via luar,
Pois da dor nasce cultura, do luto, o verbo criar.
5️⃣
As antigas rotas voltaram, os portos tornaram-se voz,
E os povos começaram de novo, guiados por dentro e por nós.
Do caos ergueu-se o ferro, da guerra, o pensamento,
E a Idade do Ferro desponta, herdeira do sofrimento.
6️⃣
Nos vasos e nas pinturas, nas armas e nos anéis,
Vive o traço dos Povos do Mar, legados de reis sem reis.
A arqueologia descobre, com ternura e precisão,
Que o passado não é ruína — é raiz da criação.
7️⃣
Nas línguas e nas crenças, nos mitos e nas canções,
Ecoam vozes antigas de múltiplas nações.
Pois quem veio do sal e do vento, não se apaga jamais,
Deixou na História o perfume dos mares ancestrais.
8️⃣
E o mar, que tudo testemunha, guardou a última fala:
“Somos os filhos do sal, navegantes da esperança rara.
Não buscamos ouro ou trono — buscamos novo lugar,
Onde o homem e o tempo possam juntos morar.”
9️⃣
Assim finda o canto das ondas, mas não seu ressoar,
Pois cada era renasce nas marés do recordar.
E os Povos do Mar, outrora, hoje são símbolo e lição:
Que da água nasce a vida — e da luta, a renovação.
🌱Encerramento — Quando o Mar se Faz Memória
O mar que tudo viu, tudo guarda e silencia,
Reflete as eras idas nas águas da consciência.
Ali dormem os navios, os impérios e seus ais,
E o eco das nações que não retornam jamais.
Das cinzas do conflito nasceu a semente humana,
Que aprendeu do abismo a lição soberana:
Nenhum trono é eterno, nem muralha é imortal,
Pois o tempo é o vento do juízo universal.
O Mediterrâneo repousa — vasto livro de lembranças,
Cujas páginas salgadas abrigam esperanças.
Quem o cruza com respeito e alma atenta,
Ouve os cânticos do tempo, que o destino sustenta.
🌾Epílogo Poético — O Canto dos Ventos Antigos
Ventos do norte e do sul, soprai minha canção,
Erguei das ondas o mito e a revelação.
Que os povos do sol e da poeira do deserto
Lembrem-se que o sagrado sempre esteve por perto.
O mar é espelho do espírito do Criador,
Que mistura em suas águas o pranto e o amor.
Dele vieram as rotas, as tribos, as trocas,
E a voz das marés que nunca se apaga.
Hoje, quem lê estas rimas em fé e humildade,
Que veja nelas mais que simples verdade:
São ecos de um passado que insiste em falar —
História e poesia, unidas no mesmo mar.
📚 Nota de Fontes Rimada — As Vozes dos Livros e do Saber
Na areia do tempo busquei cada canto,
Do saber antigo fiz verbo e encanto.
Nas páginas sábias do estudo e da fé,
Encontrei a voz dos povos do Mar, de pé.
Com Cunliffe aprendi o fim do Bronze a cantar,
E o eco das nações que vieram do mar.
O sábio Drews, na guerra e destruição,
Mostrou que o aço e o medo mudaram a civilização.
De Kemp, o Egito ergueu-se em ciência e cultura,
Revelando o corpo e a alma de uma estrutura.
O’Connor e Cline, com estudo profundo,
Retrataram Ramsés — o último herói do mundo.
Sandars, guardiã dos guerreiros do sal,
Desenhou as marés do conflito final.
E Zangger, arqueólogo dos sonhos antigos,
Revelou cidades, ruínas e seus perigos.
De todos, colhi a palavra e a história,
Tecendo o cordel com verdade e memória.
Pois rimar é erguer — entre mito e razão —
O templo do tempo, no peito e na canção.
🌹Ficha Técnica — O Registro do Feitor Poético
Título: Os Filhos do Sal — Uma Epopeia Mediterrânea em Cordel
Autor: Nhenety Kariri-Xocó
Gênero: Cordel Épico-Histórico
Formato: Verso Rimado com Base Histórica
Revisão e Curadoria: Nhenety Kariri-Xocó
Estudos preliminares: Google Gemini
Pré-projeto: Nhenety Kariri-Xocó e ChatGPT ( OpenAI )
Edição: Primeira, Digital e Ancestral
Ano: 2025
Produção Editorial: KXNHENETY.BLOGSPOT.COM
Assistência Literária e Edição Virtual: ChatGPT — Assistente Digital da Palavra
📜Epílogo Final — O Legado das Águas Eternas
Que cada verso retorne ao ventre do mar,
Como oferenda aos deuses do lembrar.
Pois quem canta o passado com fé e pureza,
Ergue pontes entre a dor e a beleza.
As ondas ainda levam, em segredo profundo,
O cântico dos povos que fundaram o mundo.
E no coração da areia, sob o brilho do luar,
Ecoa o destino dos Filhos do Sal e do Mar.
🎼Quarta Capa Poética — O Mar Entre o Passado e o Povo
Entre as ruínas submersas e o rumor das marés,
Surge a mensagem que o tempo tece em fé:
Que o homem é pó, mas seu verbo é chama,
E o mar — sua origem, seu fim e sua trama.
Este cordel é travessia e memória,
É bússola e barco na corrente da história.
Quem lê, viaja. Quem sente, se renova.
Pois o sal do mar é o mesmo da prova.
👣Sobre o Autor — O Navegante da Palavra
Nhenety Kariri-Xocó, contador de histórias do povo Kariri-Xocó, de Porto Real do Colégio (AL),
guarda no verbo o espírito dos ventos antigos.
Poeta, pesquisador e artesão da memória,
une tradição oral e arte escrita em travessias culturais que ligam o ontem ao amanhã.
🏛Sobre a Obra — Entre História e Poesia
Os Filhos do Sal é mais que um cordel:
é uma epopeia poética que funde arqueologia, mitologia e espiritualidade.
Das margens do Nilo às ilhas gregas, o poema navega
por mares de fogo e fé, transformando o passado em cântico eterno.
Esta obra foi inspirada e fundamentada no artigo publicado no blog “KXNHENETY.BLOGSPOT.COM", disponível em:
https://kxnhenety.blogspot.com/2025/04/os-povos-do-mar.html?m=0 , seguindo uma estrutura acadêmica nos moldes da ABNT e respaldada em referenciais históricos e culturais que unem a tradição oral ao conhecimento erudito.
Autor: Nhenety Kariri-Xocó


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