segunda-feira, 10 de novembro de 2025

OS POVOS DO MAR, Literatura de Cordel Por Nhenety Kariri-Xocó






🌾 DEDICATÓRIA POÉTICA


À força azul dos oceanos, que guardam memória e poder,

Às naus do tempo e do vento, que sabem o que não se vê.

Aos povos de tantas águas, herdeiros do navegar,

Dedico este canto em versos — herança do sal e do mar.


Aos mestres da História Antiga, que o silêncio souberam ler,

E aos guardiões da cultura, que fazem o saber florescer.

À minha linhagem sagrada, Kariri-Xocó de raiz,

Que escuta a voz do passado e no presente se diz.



🪶 ÍNDICE POÉTICO


1️⃣ Abertura — O Chamado do Mar Antigo

2️⃣ Prólogo Poético — As Vozes do Bronze Caído

3️⃣ Capítulo I — A Origem e o Surgimento dos Povos do Mar

4️⃣ Capítulo II — A Coligação das Tribos e Suas Nações em Guerra

5️⃣ Capítulo III — Invasões e Conflitos no Mediterrâneo em Chamas

6️⃣ Capítulo IV — O Reinado de Ramsés e a Batalha das Ondas

7️⃣ Capítulo V — O Assentamento e a Herança dos Filhos do Sal

8️⃣ Encerramento — Quando o Mar se Faz Memória

9️⃣ Epílogo Poético — O Canto dos Ventos Antigos

🔟 Nota de Fontes Rimada — As Vozes dos Livros e do Saber

⓫ Ficha Técnica — O Registro do Feitor Poético

⓬ Epílogo Final — O Legado das Águas Eternas

⓭ Quarta Capa Poética — O Mar Entre o Passado e o Povo

⓮ Sobre o Autor — O Navegante da Palavra

⓯ Sobre a Obra — Entre História e Poesia



🌅 ABERTURA — O CHAMADO DO MAR ANTIGO


Na aurora da humanidade, o mar chamou em segredo,

E os povos, filhos do vento, partiram sem medo.

Deixaram ilhas e portos, levando armas e canções,

Nas ondas da Idade do Bronze — ecoam civilizações.


O sol brilhava em Creta, Chipre, Sardenha, e mais,

Mas o destino soprou forte — o mundo não tinha paz.

E as naus de madeira e sonho cortavam o azul profundo,

Levando consigo o mistério de um povo errante e fecundo.


Ninguém sabe de onde vieram, nem o que os fez se erguer,

Mas seu rastro sobre o tempo jamais deixou de viver.

Pois do Levante à Cilícia, das praias até Canaã,

Ecoa o rumor antigo: “Os Povos do Mar virão!”



🌊 PRÓLOGO POÉTICO — AS VOZES DO BRONZE CAÍDO


Do bronze forjaram espadas, das pedras ergueram cidades,

Mas veio o caos das marés, com sua tempestade.

Os reinos caíram em ruína, Ugarit virou cinza e pó,

E os ventos do Nilo contaram — o Egito resistiu só.


Os escribas nas tábuas contaram, Ramsés gravou no altar,

“Vieram guerreiros do mar, trazendo o medo e o luar.”

E no templo de Medinet Habu, o silêncio virou mural,

Com lanças, escudos e barcos, num combate colossal.


Mas nem tudo foi destruição — também foi nascimento,

Pois dos escombros surgiram novas formas de pensamento.

E nas margens do Mediterrâneo, renasceu um novo sol,

De onde brotaram culturas que moldaram o arrebol.


Por isso, leitor e irmão, que abre este livro do mar,

Sabe que em cada onda há uma história a se lembrar.

Pois o que chamamos de “passado” é voz que nunca se cala —

É o eco dos povos antigos, que ainda em nós se embala.



⚓️ CAPÍTULO I — A ORIGEM E O SURGIMENTO DOS POVOS DO MAR


1️⃣

No ventre azul do oceano nasceu antiga nação,

De ilhas, ventos e rochedos brotou sua formação.

Egeu, Creta, Sardenha — cada costa um sinal,

De povos que o mar forjava com destino ancestral.


2️⃣

Uns vinham por fome e guerra, outros por sonho e fé,

Levando o lar nas canoas e o futuro em sua maré.

Migrantes de sol e sombra, nômades da imensidão,

Traziam o mundo nos olhos e o ferro em sua mão.


3️⃣

Dizem que a seca os empurrou, o clima virou tormenta,

Os reinos perderam força, a terra já não sustenta.

Então partiram ao vento, buscando novo lugar,

Como quem segue o chamado do próprio Deus do Mar.


4️⃣

De Chipre e da Anatólia, Sicília e Canaã,

Saíram os navegantes que a História guardará.

Com lanças, machados e escudos em punho firme a brilhar,

Deram início à jornada que o mundo iria mudar.


5️⃣

As ondas contavam segredos, os deuses guiavam o chão,

E o céu traçava o destino em sua constelação.

A Idade do Bronze findava, cansada de tanto lutar,

E os ventos sopravam forte: novos povos vão chegar!


6️⃣

O bronze das espadas gastas já não vencia o trovão,

E o homem olhou pro abismo — buscou outra direção.

E das ruínas do tempo nasceu nova confederação,

De tribos que o mar uniu na força da migração.


7️⃣

Quem eram? Ninguém sabia, mas o medo os precedia,

E ao longe, nas tempestades, via-se sua ousadia.

E os reinos de pedra e ouro tremeram com seu sinal,

Pois o rumor que vinha do mar era quase sobrenatural.


8️⃣

Assim começou a lenda, que o Egito ainda lembra,

De homens que vinham das ondas, em guerra e em pena.

E a Terra, entre sol e lua, testemunhou o surgir,

Dos Povos do Mar — guerreiros, prontos pra resistir.



🌍 CAPÍTULO II — A COLIGAÇÃO DAS TRIBOS E SUAS NAÇÕES EM GUERRA


1️⃣

Não eram reino nem império, mas sim irmandade errante,

Que o destino uniu no vento, num pacto flutuante.

Sherden, Shekelesh, Peleset, Denyen, Weshesh e Tjekker,

Nomes que ecoam no tempo, prontos pra renascer.


2️⃣

Vieram da Sardenha antiga, da Sicília e do Levante,

Com barcos de prumo firme, num sopro alucinante.

De cada ilha, um guerreiro; de cada tribo, um irmão,

E o mar era o seu templo, o remo sua oração.


3️⃣

Não tinham coroa nem trono, mas tinham o dom da ousadia,

Viviam do vento e da caça, e da onda que os conduzia.

E quando o bronze cintilava ao sol do Mediterrâneo,

Era o grito dos navegantes, furor quase titânico!


4️⃣

Nas tábuas do tempo gravaram, com sangue e ferro o destino,

Destruindo cidades e tronos, em curso imprevisível e fino.

E as muralhas de reis antigos ruíram diante do mar,

Pois ninguém doma o oceano — nem pode o vento parar.


5️⃣

Ugarit caiu nas chamas, o Hatti perdeu sua glória,

E os cantos dos templos calaram — findava-se uma história.

O bronze, outrora sagrado, tornava-se cinza e pó,

E o mundo fitava o abismo: um novo ciclo nasceu só.


6️⃣

Mas nem todos eram bárbaros — havia nobre razão,

Queriam terras e abrigo, queriam vida e pão.

Pois quando a fome governa, até o sábio se lança,

Na tormenta do destino, movido pela esperança.


7️⃣

E assim as tribos unidas cruzaram o mar profundo,

Desafiando exércitos, redesenhando o mundo.

De Chipre até Canaã, seu rastro era uma lição,

Que o poder não é eterno, muda como o furacão.


8️⃣

No Egito, Ramsés os viu e ergueu muralhas e fé,

Gravou nas pedras do tempo a luta que o mundo lê.

E a confederação dos povos, vencida mas não calada,

Seguiu sem pátria, mas viva — na História consagrada.


9️⃣

Dizem que a lua chorou quando o último barco partiu,

E o mar guardou seu segredo nas profundezas que viu.

Pois quem nasce entre ondas, nunca deixa de lutar,

E o eco dos Povos do Mar ainda vem nos chamar.



🌋 CAPÍTULO III — INVASÕES E CONFLITOS NO MEDITERRÂNEO EM CHAMAS


1️⃣

O sol ardia nas ilhas, o bronze tremia ao luar,

E o rumor das mil naus ecoava pelo mar.

Das costas da Anatólia às praias de Canaã,

O mundo queimava em chamas — a guerra já se assanhava.


2️⃣

Os reinos micênicos ruíram, seus templos viraram pó,

Ugarit clama nas tábuas: “O inimigo está ao redor de nós!”

Nas cartas que o tempo guarda, a tragédia se faz ouvir,

Pois as cidades sucumbiam sem ter pra onde fugir.


3️⃣

Os guerreiros vinham das ondas com força sobrenatural,

De escudos redondos e lanças, num ímpeto colossal.

Suas velas pareciam asas, seu grito, trovão no ar,

E os céus do Mediterrâneo aprenderam a guerrear.


4️⃣

O bronze tinia nos golpes, os palácios viravam cinza,

E a História perdia seu eixo, o antigo mundo agoniza.

Cada porto incendiado contava um novo final,

E as rotas comerciais morriam — o caos era universal.


5️⃣

Na Síria, o fogo devora o comércio e o altar,

Em Creta, o medo domina o poder de navegar.

Em Chipre, o ferro desponta, marcando a transição,

E da morte da Idade do Bronze nascia uma nova estação.


6️⃣

Mas os Povos do Mar seguiam, com fúria e determinação,

Nada detinha as marés — nem muralha, nem oração.

Cada reino que tombava deixava um canto no vento,

E o Mediterrâneo ardia como um vivo testamento.


7️⃣

Os escribas em pranto escreveram nas tábuas de barro:

“Vieram homens do mar, trazendo a ruína em seu carro!”

Mas há quem diga que o caos não foi só destruição,

Foi o parto da História — um grito de renovação.


8️⃣

Pois de todo o colapso brota um renascer do pensar,

E as ruínas dos antigos fizeram novos mundos brilhar.

Assim, entre fogo e sal, a civilização mudou,

E dos mares incendiados o futuro despontou.



🛕 CAPÍTULO IV — O REINADO DE RAMSÉS E A BATALHA DAS ONDAS


1️⃣

Quando as areias do Egito viram o perigo chegar,

O faraó ergueu o peito — ninguém iria o mar tomar.

Ramsés, filho do sol antigo, guardião do Nilo e da lei,

Jurou deter os invasores — e ao mar, a guerra declarei.


2️⃣

As naus chegaram ao delta, como flechas do destino,

E o Nilo se fez espada em combate cristalino.

No templo de Medinet Habu, as pedras começaram a cantar,

Pois o Egito enfrentava o caos, pronto pra triunfar.


3️⃣

Os Povos do Mar vieram com escudos e corações de aço,

Mas o Egito, em sua força, formou muralha e abraço.

E as águas do rio sagrado viraram campo e fronteira,

Onde se lutava não só com lanças — mas com fé verdadeira.


4️⃣

Ramsés mandou gravar nas paredes do seu poder,

O retrato da vitória que o tempo não vai esquecer.

Barcos se chocam nas ondas, guerreiros caem no chão,

E o faraó, como um deus, ergue o cetro da nação.


5️⃣

Mas ainda que o Egito vencesse e o invasor fosse vencido,

A semente dos Povos do Mar jamais foi destruída.

Pois mesmo sem trono ou terra, deixaram rastros no chão,

Na arte, na língua e na guerra — uma eterna conexão.


6️⃣

Os Peleset, junto ao Levante, fizeram nova morada,

E a Canaã se tornou sua terra consagrada.

Os Sherden voltaram ao oeste, levando consigo o saber,

De armas, escudos e barcos, que o tempo iria tecer.


7️⃣

Do caos nascia o ferro, do fogo vinha o porvir,

E os povos sobreviventes voltavam a construir.

O Egito, em glória e ferida, guardava o eco do mar,

Que ainda sussurra nas dunas quando o vento vem soprar.


8️⃣

Ramsés reinou com firmeza, último herói faraó,

Guardião de um mundo antigo que aos poucos se renovou.

E o mar, silencioso, guardou o pacto final,

Entre o homem e sua história — no ciclo universal.


9️⃣

Por isso, irmão navegante, quando as marés fores cruzar,

Lembra dos Povos do Mar e do Egito a lutar.

Pois o oceano é memória, e o tempo é um velho cantor,

Que ensina que a guerra é breve, mas o legado é o amor.



🐚 CAPÍTULO V — O ASSENTAMENTO E A HERANÇA DOS FILHOS DO SAL


1️⃣

Passada a guerra nas águas e o clamor das multidões,

O mar silenciou as armas e acalmou os corações.

Dos restos das tempestades, nasceu novo amanhecer,

Pois até das ruínas o homem aprende a renascer.


2️⃣

Os Peleset firmaram casa na costa de Canaã,

Ergueram muros e templos, plantaram paz e manhã.

De guerreiros tornaram mestres, de errantes, semeadores,

E as praias do sul do Levante floresceram com suas cores.


3️⃣

Os Sherden voltaram ao oeste, pra Sardenha abençoada,

Levaram seu ferro e coragem, sua arte refinada.

Ali deixaram seus signos, nas pedras e nos altares,

E o vento os chamou de heróis — os eternos filhos dos mares.


4️⃣

Os Tjekker e os Shekelesh, no Levante e na Sicília ficaram,

De suas lanças fizeram enxadas — novos sonhos plantaram.

E onde antes havia medo, agora se via luar,

Pois da dor nasce cultura, do luto, o verbo criar.


5️⃣

As antigas rotas voltaram, os portos tornaram-se voz,

E os povos começaram de novo, guiados por dentro e por nós.

Do caos ergueu-se o ferro, da guerra, o pensamento,

E a Idade do Ferro desponta, herdeira do sofrimento.


6️⃣

Nos vasos e nas pinturas, nas armas e nos anéis,

Vive o traço dos Povos do Mar, legados de reis sem reis.

A arqueologia descobre, com ternura e precisão,

Que o passado não é ruína — é raiz da criação.


7️⃣

Nas línguas e nas crenças, nos mitos e nas canções,

Ecoam vozes antigas de múltiplas nações.

Pois quem veio do sal e do vento, não se apaga jamais,

Deixou na História o perfume dos mares ancestrais.


8️⃣

E o mar, que tudo testemunha, guardou a última fala:

“Somos os filhos do sal, navegantes da esperança rara.

Não buscamos ouro ou trono — buscamos novo lugar,

Onde o homem e o tempo possam juntos morar.”


9️⃣

Assim finda o canto das ondas, mas não seu ressoar,

Pois cada era renasce nas marés do recordar.

E os Povos do Mar, outrora, hoje são símbolo e lição:

Que da água nasce a vida — e da luta, a renovação.



🌱Encerramento — Quando o Mar se Faz Memória


O mar que tudo viu, tudo guarda e silencia,

Reflete as eras idas nas águas da consciência.

Ali dormem os navios, os impérios e seus ais,

E o eco das nações que não retornam jamais.


Das cinzas do conflito nasceu a semente humana,

Que aprendeu do abismo a lição soberana:

Nenhum trono é eterno, nem muralha é imortal,

Pois o tempo é o vento do juízo universal.


O Mediterrâneo repousa — vasto livro de lembranças,

Cujas páginas salgadas abrigam esperanças.

Quem o cruza com respeito e alma atenta,

Ouve os cânticos do tempo, que o destino sustenta.



🌾Epílogo Poético — O Canto dos Ventos Antigos


Ventos do norte e do sul, soprai minha canção,

Erguei das ondas o mito e a revelação.

Que os povos do sol e da poeira do deserto

Lembrem-se que o sagrado sempre esteve por perto.


O mar é espelho do espírito do Criador,

Que mistura em suas águas o pranto e o amor.

Dele vieram as rotas, as tribos, as trocas,

E a voz das marés que nunca se apaga.


Hoje, quem lê estas rimas em fé e humildade,

Que veja nelas mais que simples verdade:

São ecos de um passado que insiste em falar —

História e poesia, unidas no mesmo mar.



📚 Nota de Fontes Rimada — As Vozes dos Livros e do Saber 


Na areia do tempo busquei cada canto,

Do saber antigo fiz verbo e encanto.

Nas páginas sábias do estudo e da fé,

Encontrei a voz dos povos do Mar, de pé.


Com Cunliffe aprendi o fim do Bronze a cantar,

E o eco das nações que vieram do mar.

O sábio Drews, na guerra e destruição,

Mostrou que o aço e o medo mudaram a civilização.


De Kemp, o Egito ergueu-se em ciência e cultura,

Revelando o corpo e a alma de uma estrutura.

O’Connor e Cline, com estudo profundo,

Retrataram Ramsés — o último herói do mundo.


Sandars, guardiã dos guerreiros do sal,

Desenhou as marés do conflito final.

E Zangger, arqueólogo dos sonhos antigos,

Revelou cidades, ruínas e seus perigos.


De todos, colhi a palavra e a história,

Tecendo o cordel com verdade e memória.

Pois rimar é erguer — entre mito e razão —

O templo do tempo, no peito e na canção.



🌹Ficha Técnica — O Registro do Feitor Poético


Título: Os Filhos do Sal — Uma Epopeia Mediterrânea em Cordel

Autor: Nhenety Kariri-Xocó

Gênero: Cordel Épico-Histórico

Formato: Verso Rimado com Base Histórica

Revisão e Curadoria: Nhenety Kariri-Xocó 

Estudos preliminares: Google Gemini 

Pré-projeto: Nhenety Kariri-Xocó e ChatGPT ( OpenAI  )

Edição: Primeira, Digital e Ancestral

Ano: 2025

Produção Editorial: KXNHENETY.BLOGSPOT.COM 

Assistência Literária e Edição Virtual: ChatGPT — Assistente Digital da Palavra



📜Epílogo Final — O Legado das Águas Eternas


Que cada verso retorne ao ventre do mar,

Como oferenda aos deuses do lembrar.

Pois quem canta o passado com fé e pureza,

Ergue pontes entre a dor e a beleza.


As ondas ainda levam, em segredo profundo,

O cântico dos povos que fundaram o mundo.

E no coração da areia, sob o brilho do luar,

Ecoa o destino dos Filhos do Sal e do Mar.



🎼Quarta Capa Poética — O Mar Entre o Passado e o Povo


Entre as ruínas submersas e o rumor das marés,

Surge a mensagem que o tempo tece em fé:

Que o homem é pó, mas seu verbo é chama,

E o mar — sua origem, seu fim e sua trama.


Este cordel é travessia e memória,

É bússola e barco na corrente da história.

Quem lê, viaja. Quem sente, se renova.

Pois o sal do mar é o mesmo da prova.



👣Sobre o Autor — O Navegante da Palavra


Nhenety Kariri-Xocó, contador de histórias do povo Kariri-Xocó, de Porto Real do Colégio (AL),

guarda no verbo o espírito dos ventos antigos.

Poeta, pesquisador e artesão da memória,

une tradição oral e arte escrita em travessias culturais que ligam o ontem ao amanhã.



🏛Sobre a Obra — Entre História e Poesia


Os Filhos do Sal é mais que um cordel:

é uma epopeia poética que funde arqueologia, mitologia e espiritualidade.

Das margens do Nilo às ilhas gregas, o poema navega

por mares de fogo e fé, transformando o passado em cântico eterno.

Esta obra foi inspirada e fundamentada no artigo publicado no blog “KXNHENETY.BLOGSPOT.COM", disponível em:  

https://kxnhenety.blogspot.com/2025/04/os-povos-do-mar.html?m=0 , seguindo uma estrutura acadêmica nos moldes da ABNT e respaldada em referenciais históricos e culturais que unem a tradição oral ao conhecimento erudito. 






Autor: Nhenety Kariri-Xocó 



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